Letra de Farra Gaúcha - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Tá Chegando o Campeiro
02
De Pronto pra Festança
03
Chinoca Flor do Campo
04
Quando Envelhece um Cavalo
05
Vaneira do Cantador
06
Chapéu Grande e Bombachão
07
Tradicionalista
08
Aos Que Vivem de Bombacha
09
No Bolicho
10
Gaiteiro Medonho
11
Chuva, Pranto e Saudade
12
Enchente de Vaneira
Disco B
01
À Moda Gaúcha
02
Namoro de Bailanta
03
Roubaram meu Cavalo
04
Touro Osco Queimado
05
Tempo Feio
06
Desafio Farroupilha
07
Batizado no Braseiro
08
Meu Photoshop é a Canha
09
Chineiro
10
Sublime Campo
11
Querência de Gaúcho
12
Farra Gaúcha
Farra Gaúcha
Juliano borges / Jorge Oliboni / João Luiz Corrêa
Foi num sábado a tarde eu encilhei meu cavalo
E num entono de galo saí pra lá de faceiro
Pois pra um índio campeiro criado pelo galpão
Me conforta o coração um bailezito campeiro
Quero chegar bem pilchado com minha pilcha de gala
Para ser o bom da sala e apertar bem junto ao peito
Só me vejo satisfeito se tô de cambicho atado
Pois china e potro aporreado se lida com manha e jeito
Abre essa gaita gaiteiro, na dança eu não faço feio
Quando chego me boleio num trancão de vaneira
Em qualquer marca campeira escramuço pra os dois lados
Com a prenda no meu costado num bailado a noite inteira
A noite segue lindaça e eu nos braços da morena
Chego a cabrestear sem pena de judiar minha carcaça
Que até a lua se adelgaça pra se enfiar pelas frestas
E chegar logo na festa tão bela e cheia de graça
É assim a farra gaúcha uma tradição do pago
Que eu cultivo e afago com religioso civismo
Pra manter o atavismo do sul deste meu país
E ver o povo feliz preservando o gauchismo.
Foi num sábado a tarde eu encilhei meu cavalo
E num entono de galo saí pra lá de faceiro
Pois pra um índio campeiro criado pelo galpão
Me conforta o coração um bailezito campeiro
Quero chegar bem pilchado com minha pilcha de gala
Para ser o bom da sala e apertar bem junto ao peito
Só me vejo satisfeito se tô de cambicho atado
Pois china e potro aporreado se lida com manha e jeito
Abre essa gaita gaiteiro, na dança eu não faço feio
Quando chego me boleio num trancão de vaneira
Em qualquer marca campeira escramuço pra os dois lados
Com a prenda no meu costado num bailado a noite inteira
A noite segue lindaça e eu nos braços da morena
Chego a cabrestear sem pena de judiar minha carcaça
Que até a lua se adelgaça pra se enfiar pelas frestas
E chegar logo na festa tão bela e cheia de graça
É assim a farra gaúcha uma tradição do pago
Que eu cultivo e afago com religioso civismo
Pra manter o atavismo do sul deste meu país
E ver o povo feliz preservando o gauchismo.