Letra de Sublime Campo - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Tá Chegando o Campeiro
02
De Pronto pra Festança
03
Chinoca Flor do Campo
04
Quando Envelhece um Cavalo
05
Vaneira do Cantador
06
Chapéu Grande e Bombachão
07
Tradicionalista
08
Aos Que Vivem de Bombacha
09
No Bolicho
10
Gaiteiro Medonho
11
Chuva, Pranto e Saudade
12
Enchente de Vaneira
Disco B
01
À Moda Gaúcha
02
Namoro de Bailanta
03
Roubaram meu Cavalo
04
Touro Osco Queimado
05
Tempo Feio
06
Desafio Farroupilha
07
Batizado no Braseiro
08
Meu Photoshop é a Canha
09
Chineiro
10
Sublime Campo
11
Querência de Gaúcho
12
Farra Gaúcha
Sublime Campo
Amaro Peres
Sublime campo, que foi berço do peão
Mundo tão verde que emoldura esta oração
O paraíso que deus velho oferece
Tu és riqueza que o gaúcho não esquece
Sublime campo, dos bons tempos de criança
Altar sagrado, mesa posta de esperança
Fonte da vida, és poema, és inspiração
És o motivo do cantor e da canção
Galopam anjos nestas coxilhas sagradas
É deus que chega, abençoando as alvoradas
Então gaúcho, ergue a lança e segue em frente
Cuida do campo, santo chão de tua gente
Sublime campo, do pelear de cada dia
O mate quente recompensa o fim do dia
China, piás, cavalo, cusco e terra prá plantar
Coisas tão simples prá um campeiro se orgulhar
Sublime campo, terra amada, és tesouro
Catre da vida, onde a paz fez paradouro
Torrão celeste, que um dia me viu nascer
E com certeza um dia me verás morrer
Sublime campo, que foi berço do peão
Mundo tão verde que emoldura esta oração
O paraíso que deus velho oferece
Tu és riqueza que o gaúcho não esquece
Sublime campo, dos bons tempos de criança
Altar sagrado, mesa posta de esperança
Fonte da vida, és poema, és inspiração
És o motivo do cantor e da canção
Galopam anjos nestas coxilhas sagradas
É deus que chega, abençoando as alvoradas
Então gaúcho, ergue a lança e segue em frente
Cuida do campo, santo chão de tua gente
Sublime campo, do pelear de cada dia
O mate quente recompensa o fim do dia
China, piás, cavalo, cusco e terra prá plantar
Coisas tão simples prá um campeiro se orgulhar
Sublime campo, terra amada, és tesouro
Catre da vida, onde a paz fez paradouro
Torrão celeste, que um dia me viu nascer
E com certeza um dia me verás morrer