Letra de Chapéu Grande e Bombachão - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Tá Chegando o Campeiro
02
De Pronto pra Festança
03
Chinoca Flor do Campo
04
Quando Envelhece um Cavalo
05
Vaneira do Cantador
06
Chapéu Grande e Bombachão
07
Tradicionalista
08
Aos Que Vivem de Bombacha
09
No Bolicho
10
Gaiteiro Medonho
11
Chuva, Pranto e Saudade
12
Enchente de Vaneira
Disco B
01
À Moda Gaúcha
02
Namoro de Bailanta
03
Roubaram meu Cavalo
04
Touro Osco Queimado
05
Tempo Feio
06
Desafio Farroupilha
07
Batizado no Braseiro
08
Meu Photoshop é a Canha
09
Chineiro
10
Sublime Campo
11
Querência de Gaúcho
12
Farra Gaúcha
Chapéu Grande e Bombachão
Crioulo Batista
Abra o queixo da cordeona e me despacha um vanerão
Que eu vim pra acertar as contas, com a tal de solidão
De cruzada no bolicho bebi meio garrafão
Daí um trago pra são bica, meu santo de devoção
Por ser flor de previnido, eu carrego sempre a mão
O meu tônico de canha, no bolso da bombachão.
Carrego sempre comigo, meus trastes de devoção
Poncho grosso pra o inverno pala fino pra o verão
O meu tônico de canha eu carrego sempre a mão
De baixo do chapéu grande, no bolso do bombachão
A bombacha de dois panos, na cabeça um chapelão
Identifica o freonteiro, do rio grande bonachão
Sou parceiro pro serviço, pra peleia ou diversão
Tanto faz no cabo do arado, ou no cabo de um facão
Gosto de cantiga e trago e de um fandango de galpão
E aonde eu danço arrodeado, abro buraco no chão.
Abra o queixo da cordeona e me despacha um vanerão
Que eu vim pra acertar as contas, com a tal de solidão
De cruzada no bolicho bebi meio garrafão
Daí um trago pra são bica, meu santo de devoção
Por ser flor de previnido, eu carrego sempre a mão
O meu tônico de canha, no bolso da bombachão.
Carrego sempre comigo, meus trastes de devoção
Poncho grosso pra o inverno pala fino pra o verão
O meu tônico de canha eu carrego sempre a mão
De baixo do chapéu grande, no bolso do bombachão
A bombacha de dois panos, na cabeça um chapelão
Identifica o freonteiro, do rio grande bonachão
Sou parceiro pro serviço, pra peleia ou diversão
Tanto faz no cabo do arado, ou no cabo de um facão
Gosto de cantiga e trago e de um fandango de galpão
E aonde eu danço arrodeado, abro buraco no chão.