Letra de Aos Que Vivem de Bombacha - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Tá Chegando o Campeiro
02
De Pronto pra Festança
03
Chinoca Flor do Campo
04
Quando Envelhece um Cavalo
05
Vaneira do Cantador
06
Chapéu Grande e Bombachão
07
Tradicionalista
08
Aos Que Vivem de Bombacha
09
No Bolicho
10
Gaiteiro Medonho
11
Chuva, Pranto e Saudade
12
Enchente de Vaneira
Disco B
01
À Moda Gaúcha
02
Namoro de Bailanta
03
Roubaram meu Cavalo
04
Touro Osco Queimado
05
Tempo Feio
06
Desafio Farroupilha
07
Batizado no Braseiro
08
Meu Photoshop é a Canha
09
Chineiro
10
Sublime Campo
11
Querência de Gaúcho
12
Farra Gaúcha
Aos Que Vivem de Bombacha
Felipe Medeiros Luz/Dionísio Costa / João Luiz Corrêa
Pra quem vive de bombacha, como eu, no dia a dia
Pouco interessa a mania, de quem anda enfeitadinho
Pois um taura de bombacha, seja na festa ou na lida
Das coisas boas da vida, conhece bem o caminho
A bombacha não é moda, muito menos fantasia
Não se usa por folia e nem é pra fazer graça
É roupa de fundamento, na campanha ou na cidade
E a estrada tem mais verdade quando um bombachudo passa
Os que vivem de bombacha sabem do que estou falando
São diferentes daqueles, que usam de vez em quando
Bombachudo em qualquer tempo, se resolve e se despacha
O que é moda, que se perca pois a vida não tem cerca
Pra quem vive de bombacha
Quem tá dentro da bombacha, vive bem mais à vontade
E sustenta a identidade, do gauchismo mais puro
Anda de cabeça erguida, pela moda transitória
Carregando a nossa história, pra os gaúchos do futuro
Sou bombachudo pachola, não só no mês de setembro
E até hoje, não me lembro, se eu andei de cola fina
Só me aparto deste pano, quando “vô lavá” meu couro
Ou me “entregá” pra o namoro e pros dengos da minha china
Pra quem vive de bombacha, como eu, no dia a dia
Pouco interessa a mania, de quem anda enfeitadinho
Pois um taura de bombacha, seja na festa ou na lida
Das coisas boas da vida, conhece bem o caminho
A bombacha não é moda, muito menos fantasia
Não se usa por folia e nem é pra fazer graça
É roupa de fundamento, na campanha ou na cidade
E a estrada tem mais verdade quando um bombachudo passa
Os que vivem de bombacha sabem do que estou falando
São diferentes daqueles, que usam de vez em quando
Bombachudo em qualquer tempo, se resolve e se despacha
O que é moda, que se perca pois a vida não tem cerca
Pra quem vive de bombacha
Quem tá dentro da bombacha, vive bem mais à vontade
E sustenta a identidade, do gauchismo mais puro
Anda de cabeça erguida, pela moda transitória
Carregando a nossa história, pra os gaúchos do futuro
Sou bombachudo pachola, não só no mês de setembro
E até hoje, não me lembro, se eu andei de cola fina
Só me aparto deste pano, quando “vô lavá” meu couro
Ou me “entregá” pra o namoro e pros dengos da minha china