Letra de Templo Campeiro - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Da Marca Nativa
02
Neste Inverno
03
Nem Formiga Nem Cigarra
04
Só na Marcação
05
Festa na Campanha
06
Os Meus Pais
07
É Como Diz o Ditado
08
É Coisa da Gringalhada
09
Pras Bailantas
10
Nas Águas da Vida
11
Bugio Velho
12
Quando Monto em Meu Cavalo
13
Meu Capricho
Disco B
01
Compadre Velho
02
As Festas da Gringalhada
03
Galo de Espora
04
Nos Acordes da Milonga
05
Águas Passadas
06
Vou Rever os Meus Pais
07
Velha Gaita
08
Sou Bem Assim
09
Quebrando o Espinhaço
10
Simples Cantador
11
Templo Campeiro
12
Sina de Gaiteiro
13
Minha Alma Cantadeira
Templo Campeiro
Letra: Júlio Cézar Leonardi
Música: Júlio Cézar Leonardi
“Seja bem-vindo, companheiro! Este galpão é o meu templo campeiro!”
Passe pra adiante, parceiro, que eu já tô faceiro com a tua chegada;
Neste santuário gaúcho não existe luxo, mas não falta nada;
Larga teu poncho e te assenta, que o peito se aquenta num bom mate amargo;
Enquanto assa a costela, vem tirar da goela a poeira, num trago.
Vivo aqui neste galpão, honrando a tradição e os costumes antigos,
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos;
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos.
“Bamo” pitando um palheiro, que traz em seu cheiro saudade em essência;
Fala da tua gauderiada, da prenda e a piazada e da velha querência;
Pra carpetear tem baralho, enquanto o borralho desmancha a pauleira;
Depois, tu surra o leguero, domando o gaiteiro em bugio e vaneira.
Levantei este galpão, honrando a tradição e os costumes antigos,
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos;
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos.
Mas, se o cansaço te abraça, derruba a carcaça em qualquer pelêgo;
Só o canto da passarada acompanha a sesteada pra quem quer sossego;
E, quando chegar a hora de ires embora de volta ao rincão,
Leva contigo a saudade, a paz e a amizade deste meu galpão.
Levantei este galpão, honrando a tradição e os costumes antigos,
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos;
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos.
Música: Júlio Cézar Leonardi
“Seja bem-vindo, companheiro! Este galpão é o meu templo campeiro!”
Passe pra adiante, parceiro, que eu já tô faceiro com a tua chegada;
Neste santuário gaúcho não existe luxo, mas não falta nada;
Larga teu poncho e te assenta, que o peito se aquenta num bom mate amargo;
Enquanto assa a costela, vem tirar da goela a poeira, num trago.
Vivo aqui neste galpão, honrando a tradição e os costumes antigos,
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos;
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos.
“Bamo” pitando um palheiro, que traz em seu cheiro saudade em essência;
Fala da tua gauderiada, da prenda e a piazada e da velha querência;
Pra carpetear tem baralho, enquanto o borralho desmancha a pauleira;
Depois, tu surra o leguero, domando o gaiteiro em bugio e vaneira.
Levantei este galpão, honrando a tradição e os costumes antigos,
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos;
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos.
Mas, se o cansaço te abraça, derruba a carcaça em qualquer pelêgo;
Só o canto da passarada acompanha a sesteada pra quem quer sossego;
E, quando chegar a hora de ires embora de volta ao rincão,
Leva contigo a saudade, a paz e a amizade deste meu galpão.
Levantei este galpão, honrando a tradição e os costumes antigos,
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos;
Abrindo a velha porteira do templo campeiro pra todos amigos.