Letra de Neste Inverno - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Da Marca Nativa
02
Neste Inverno
03
Nem Formiga Nem Cigarra
04
Só na Marcação
05
Festa na Campanha
06
Os Meus Pais
07
É Como Diz o Ditado
08
É Coisa da Gringalhada
09
Pras Bailantas
10
Nas Águas da Vida
11
Bugio Velho
12
Quando Monto em Meu Cavalo
13
Meu Capricho
Disco B
01
Compadre Velho
02
As Festas da Gringalhada
03
Galo de Espora
04
Nos Acordes da Milonga
05
Águas Passadas
06
Vou Rever os Meus Pais
07
Velha Gaita
08
Sou Bem Assim
09
Quebrando o Espinhaço
10
Simples Cantador
11
Templo Campeiro
12
Sina de Gaiteiro
13
Minha Alma Cantadeira
Neste Inverno
Letra: Júlio Cézar Leonardi
Música: Júlio Cézar Leonardi
O sol nasce, derretendo geadas, e o vento vem varrendo o chão,
Anunciando o rigor do inverno, se achegando em todo o rincão;
Folhas secas despencam, sem rumo, do arvoredo que eu mesmo plantei;
E esse frio redesenha a paisagem deste pago onde eu me criei.
Neste inverno vou ficar por casa, casereando aqui neste galpão;
Quero olhar minha vida com calma, no calor do meu fogo-de-chão.
Há quem diga até que sou louco por gostar tanto das invernias,
Quebrar geada pisoteando pastos, no clarear dessas manhãs bem frias;
Como é bom chimarrear bem cedito, assistindo meu pago acordar;
Eu não troco esse frio da campanha, neste rancho onde vivo a cantar.
Neste inverno vou ficar por casa, casereando aqui neste galpão;
Quero olhar minha vida com calma, no calor do meu fogo-de-chão.
Não me cansa exaltar a magia deste frio nas querências do sul;
Me esparramo nos meus pelegos, a bombear este céu tão azul;
Na janela de minhas lembranças, a saudade troteia feliz;
Sinto até que renasço no inverno, rebrotando na minha raiz.
Neste inverno vou ficar por casa, casereando aqui neste galpão;
Quero olhar minha vida com calma, no calor do meu fogo-de-chão.
Música: Júlio Cézar Leonardi
O sol nasce, derretendo geadas, e o vento vem varrendo o chão,
Anunciando o rigor do inverno, se achegando em todo o rincão;
Folhas secas despencam, sem rumo, do arvoredo que eu mesmo plantei;
E esse frio redesenha a paisagem deste pago onde eu me criei.
Neste inverno vou ficar por casa, casereando aqui neste galpão;
Quero olhar minha vida com calma, no calor do meu fogo-de-chão.
Há quem diga até que sou louco por gostar tanto das invernias,
Quebrar geada pisoteando pastos, no clarear dessas manhãs bem frias;
Como é bom chimarrear bem cedito, assistindo meu pago acordar;
Eu não troco esse frio da campanha, neste rancho onde vivo a cantar.
Neste inverno vou ficar por casa, casereando aqui neste galpão;
Quero olhar minha vida com calma, no calor do meu fogo-de-chão.
Não me cansa exaltar a magia deste frio nas querências do sul;
Me esparramo nos meus pelegos, a bombear este céu tão azul;
Na janela de minhas lembranças, a saudade troteia feliz;
Sinto até que renasço no inverno, rebrotando na minha raiz.
Neste inverno vou ficar por casa, casereando aqui neste galpão;
Quero olhar minha vida com calma, no calor do meu fogo-de-chão.