Letra de Nas Águas da Vida - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Da Marca Nativa
02
Neste Inverno
03
Nem Formiga Nem Cigarra
04
Só na Marcação
05
Festa na Campanha
06
Os Meus Pais
07
É Como Diz o Ditado
08
É Coisa da Gringalhada
09
Pras Bailantas
10
Nas Águas da Vida
11
Bugio Velho
12
Quando Monto em Meu Cavalo
13
Meu Capricho
Disco B
01
Compadre Velho
02
As Festas da Gringalhada
03
Galo de Espora
04
Nos Acordes da Milonga
05
Águas Passadas
06
Vou Rever os Meus Pais
07
Velha Gaita
08
Sou Bem Assim
09
Quebrando o Espinhaço
10
Simples Cantador
11
Templo Campeiro
12
Sina de Gaiteiro
13
Minha Alma Cantadeira
Nas Águas da Vida
Letra: Dionísio Costa
Música: Luiz Carlos Lanfredi
Quando se rebenta a taipa das nuvens, e o céu desemboca no mundo da gente,
milícias de pingos, ao som de trovões, levam água abaixo, a vida, na enchente;
o vento cantando na quincha das casas é trilha sonora do tempo em bochincho;
animais ilhados, taureando o aguaceiro, que afoga clamores de grito e relincho.
Que Deus nos ampare nas águas da vida,
e a crença dos homens não se vá ao fundo;
que a enchente do ódio seja passageira,
e o amor retire o lodo do mundo.
Cada rancho é um porto, esperando a volta do sol, atracando no cais da esperança;
pequenas enchentes inundam os olhos de quem vê a perda que a água balança;
quando a natureza ameniza a fúria, se apaga o luzeiro, se cala o trovão;
é hora dos seres, num mar lamacento, começar de novo, com os pés no chão.
Que Deus nos ampare nas águas da vida,
e a crença dos homens não se vá ao fundo;
que a enchente do ódio seja passageira,
e o amor retire o lodo do mundo;
que Deus nos ampare nas águas da vida,
e a crença dos homens não se vá ao fundo;
que a enchente do ódio seja passageira,
e o amor retire o lodo do mundo.
Música: Luiz Carlos Lanfredi
Quando se rebenta a taipa das nuvens, e o céu desemboca no mundo da gente,
milícias de pingos, ao som de trovões, levam água abaixo, a vida, na enchente;
o vento cantando na quincha das casas é trilha sonora do tempo em bochincho;
animais ilhados, taureando o aguaceiro, que afoga clamores de grito e relincho.
Que Deus nos ampare nas águas da vida,
e a crença dos homens não se vá ao fundo;
que a enchente do ódio seja passageira,
e o amor retire o lodo do mundo.
Cada rancho é um porto, esperando a volta do sol, atracando no cais da esperança;
pequenas enchentes inundam os olhos de quem vê a perda que a água balança;
quando a natureza ameniza a fúria, se apaga o luzeiro, se cala o trovão;
é hora dos seres, num mar lamacento, começar de novo, com os pés no chão.
Que Deus nos ampare nas águas da vida,
e a crença dos homens não se vá ao fundo;
que a enchente do ódio seja passageira,
e o amor retire o lodo do mundo;
que Deus nos ampare nas águas da vida,
e a crença dos homens não se vá ao fundo;
que a enchente do ódio seja passageira,
e o amor retire o lodo do mundo.