Letra de Vou Rever os Meus Pais - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Da Marca Nativa
02
Neste Inverno
03
Nem Formiga Nem Cigarra
04
Só na Marcação
05
Festa na Campanha
06
Os Meus Pais
07
É Como Diz o Ditado
08
É Coisa da Gringalhada
09
Pras Bailantas
10
Nas Águas da Vida
11
Bugio Velho
12
Quando Monto em Meu Cavalo
13
Meu Capricho
Disco B
01
Compadre Velho
02
As Festas da Gringalhada
03
Galo de Espora
04
Nos Acordes da Milonga
05
Águas Passadas
06
Vou Rever os Meus Pais
07
Velha Gaita
08
Sou Bem Assim
09
Quebrando o Espinhaço
10
Simples Cantador
11
Templo Campeiro
12
Sina de Gaiteiro
13
Minha Alma Cantadeira
Vou Rever os Meus Pais
Letra: Júlio Cézar Leonardi
Música: Júlio Cézar Leonardi
Encilhei, a capricho, meu pingo... tô voltando pra minha vertente;
já faz tempo, me acoça o anseio de abraçar os meus pais novamente;
vou beber água pura do poço, café preto do fogão à lenha,
pão-de-milho do forno barreado, leite fresco e bem gordo da ordenha.
Pela estrada, me largo pachola, reviver o que deixei pra trás;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais.
Lembro o mate bem doce e o pinhão em família, num jeitão antigo,
o aconchego do colo da mãe, o mais terno e sublime abrigo;
não esqueço das rinhas de galo, lá no velho galpão do meu pai;
ai, meu Deus, que saudade danada de um tempito que longe se vai.
Pela estrada, me largo pachola, reviver o que deixei pra trás;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais.
Até vejo a velha pandorga, que nas tardes de outono eu erguia;
no terreiro onde jogava bola, nem um fiapo de grama crescia;
vejo o tempo passar tão depressa nos setembros de minha existência,
quem me dera ser guri de novo, com meus pais, lá na minha querência.
Pela estrada, me largo pachola, reviver o que deixei pra trás;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais.
Música: Júlio Cézar Leonardi
Encilhei, a capricho, meu pingo... tô voltando pra minha vertente;
já faz tempo, me acoça o anseio de abraçar os meus pais novamente;
vou beber água pura do poço, café preto do fogão à lenha,
pão-de-milho do forno barreado, leite fresco e bem gordo da ordenha.
Pela estrada, me largo pachola, reviver o que deixei pra trás;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais.
Lembro o mate bem doce e o pinhão em família, num jeitão antigo,
o aconchego do colo da mãe, o mais terno e sublime abrigo;
não esqueço das rinhas de galo, lá no velho galpão do meu pai;
ai, meu Deus, que saudade danada de um tempito que longe se vai.
Pela estrada, me largo pachola, reviver o que deixei pra trás;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais.
Até vejo a velha pandorga, que nas tardes de outono eu erguia;
no terreiro onde jogava bola, nem um fiapo de grama crescia;
vejo o tempo passar tão depressa nos setembros de minha existência,
quem me dera ser guri de novo, com meus pais, lá na minha querência.
Pela estrada, me largo pachola, reviver o que deixei pra trás;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais;
galopeando saudade e lembrança, estou indo rever os meus pais.