Letra de Águas Passadas - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Da Marca Nativa
02
Neste Inverno
03
Nem Formiga Nem Cigarra
04
Só na Marcação
05
Festa na Campanha
06
Os Meus Pais
07
É Como Diz o Ditado
08
É Coisa da Gringalhada
09
Pras Bailantas
10
Nas Águas da Vida
11
Bugio Velho
12
Quando Monto em Meu Cavalo
13
Meu Capricho
Disco B
01
Compadre Velho
02
As Festas da Gringalhada
03
Galo de Espora
04
Nos Acordes da Milonga
05
Águas Passadas
06
Vou Rever os Meus Pais
07
Velha Gaita
08
Sou Bem Assim
09
Quebrando o Espinhaço
10
Simples Cantador
11
Templo Campeiro
12
Sina de Gaiteiro
13
Minha Alma Cantadeira
Águas Passadas
Letra: Júlio Cézar Leonardi
Música: Júlio Cézar Leonardi
A chuvarada atravessou a madrugada, com faíscas e trovoadas, encharcando meu rincão;
No firmamento, nuvens escuras ao vento, deixando o dia cinzento e encobrindo a imensidão;
O joão-barreiro busca o barro no atoleiro, gritando alto, bem faceiro, construindo a sua morada;
Em desatino, remoendo meu destino, volto ao tempo de menino, relembrando águas passadas.
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração;
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração.
De sentinela, vendo a chuva, da janela, relembro a tela mais bela que jamais eu esqueci;
Velha casinha, o meu pai, minha mãezinha, e a garoa bem mansinha, no lugar onde vivi;
E os meus amigos brincando, junto comigo, neste sonho tão antigo... que saudade que me dá;
Que bom seria regressar àqueles dias, reviver a alegria dos meus tempos de piá.
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração;
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração.
A chuva fina vai virando uma neblina, surge o sol lá na campina, o aguaceiro se acabou;
A bicharada grita alegre, na invernada, e eu acordo da jornada de lembrar o que passou;
Retomo a lida e vou tocando a minha vida, e a saudade tão doída, do meu coração, não sai;
Para aumentar, sempre que a chuva chegar, e os meus olhos, alagar, igual à chuva, quando cai.
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração;
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração.
Música: Júlio Cézar Leonardi
A chuvarada atravessou a madrugada, com faíscas e trovoadas, encharcando meu rincão;
No firmamento, nuvens escuras ao vento, deixando o dia cinzento e encobrindo a imensidão;
O joão-barreiro busca o barro no atoleiro, gritando alto, bem faceiro, construindo a sua morada;
Em desatino, remoendo meu destino, volto ao tempo de menino, relembrando águas passadas.
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração;
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração.
De sentinela, vendo a chuva, da janela, relembro a tela mais bela que jamais eu esqueci;
Velha casinha, o meu pai, minha mãezinha, e a garoa bem mansinha, no lugar onde vivi;
E os meus amigos brincando, junto comigo, neste sonho tão antigo... que saudade que me dá;
Que bom seria regressar àqueles dias, reviver a alegria dos meus tempos de piá.
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração;
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração.
A chuva fina vai virando uma neblina, surge o sol lá na campina, o aguaceiro se acabou;
A bicharada grita alegre, na invernada, e eu acordo da jornada de lembrar o que passou;
Retomo a lida e vou tocando a minha vida, e a saudade tão doída, do meu coração, não sai;
Para aumentar, sempre que a chuva chegar, e os meus olhos, alagar, igual à chuva, quando cai.
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração;
Enquanto a chuva cai, tristeza lá se vai... águas que caem, se espalhando pelo chão;
E os tempos lá de trás, que já não voltam mais, águas passadas pra alegrar o coração.