Letra de Nem Formiga Nem Cigarra - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Da Marca Nativa
02
Neste Inverno
03
Nem Formiga Nem Cigarra
04
Só na Marcação
05
Festa na Campanha
06
Os Meus Pais
07
É Como Diz o Ditado
08
É Coisa da Gringalhada
09
Pras Bailantas
10
Nas Águas da Vida
11
Bugio Velho
12
Quando Monto em Meu Cavalo
13
Meu Capricho
Disco B
01
Compadre Velho
02
As Festas da Gringalhada
03
Galo de Espora
04
Nos Acordes da Milonga
05
Águas Passadas
06
Vou Rever os Meus Pais
07
Velha Gaita
08
Sou Bem Assim
09
Quebrando o Espinhaço
10
Simples Cantador
11
Templo Campeiro
12
Sina de Gaiteiro
13
Minha Alma Cantadeira
Nem Formiga Nem Cigarra
Letra: Júlio Cézar Leonardi
Música: Júlio Cézar Leonardi
Sabe aquela história antiga, da formiga e da cigarra?
Uma trabalha igual louca, e outra só fica na farra;
Eu jamais acreditei, nessa lei de um só destino;
Pois ganho a vida cantando e honrando o encargo divino.
Sou cantador, tenho amor pelo que faço;
Desenhando meu caminho nos caminhos onde passo;
Sou cantador, peleador das madrugadas;
Pela luz do Criador, construtor da minha estrada.
Não canto pra me exibir, nem pra ouvir um elogio;
Só canto as coisas que gosto, não mostro verso vazio;
Cada linha que eu componho é um sonho, é uma prece;
E eu ganho a vida cantando, alegrando quem merece.
Sou cantador, tenho amor pelo que faço;
Desenhando meu caminho nos caminhos onde passo;
Sou cantador, peleador das madrugadas;
Pela luz do Criador, construtor da minha estrada.
Eu não ando pelo escuro; cuido o futuro e o presente,
Qual cigarra na cantiga, qual formiga, no batente;
Aprendi, desde menino, que o destino a gente escreve;
E eu ganho a vida cantando, pelejando de alma leve.
Sou cantador, tenho amor pelo que faço;
Desenhando meu caminho nos caminhos onde passo;
Sou cantador, peleador das madrugadas;
Pela luz do Criador, construtor da minha estrada.
Música: Júlio Cézar Leonardi
Sabe aquela história antiga, da formiga e da cigarra?
Uma trabalha igual louca, e outra só fica na farra;
Eu jamais acreditei, nessa lei de um só destino;
Pois ganho a vida cantando e honrando o encargo divino.
Sou cantador, tenho amor pelo que faço;
Desenhando meu caminho nos caminhos onde passo;
Sou cantador, peleador das madrugadas;
Pela luz do Criador, construtor da minha estrada.
Não canto pra me exibir, nem pra ouvir um elogio;
Só canto as coisas que gosto, não mostro verso vazio;
Cada linha que eu componho é um sonho, é uma prece;
E eu ganho a vida cantando, alegrando quem merece.
Sou cantador, tenho amor pelo que faço;
Desenhando meu caminho nos caminhos onde passo;
Sou cantador, peleador das madrugadas;
Pela luz do Criador, construtor da minha estrada.
Eu não ando pelo escuro; cuido o futuro e o presente,
Qual cigarra na cantiga, qual formiga, no batente;
Aprendi, desde menino, que o destino a gente escreve;
E eu ganho a vida cantando, pelejando de alma leve.
Sou cantador, tenho amor pelo que faço;
Desenhando meu caminho nos caminhos onde passo;
Sou cantador, peleador das madrugadas;
Pela luz do Criador, construtor da minha estrada.