Letra de De Violão no Colo - Raineri Spohr
Disco A
01
Na Volta da Estrada
02
De Pé Trocado
03
Na Palma da Mão (Enquanto Mateio)
04
De Pouso em Pouso
05
Na Recorrida das Bruxas
06
Nunca Mais
07
Futebol de Campanha
08
O Tempo do Verso
09
Pra Que Retornem Meus Sonhos
10
Flor das Almas
11
Pelo Espelho do Rio
12
De Violão no Colo
13
Rosa dos Ventos
14
Despachando um Trote Largo
De Violão no Colo
Levo a estância que quero guardada nos olhos,
Encontro o mundo, ao meu gosto, no agosto que for...
Pois tenho a alma agarrada no abraço com o pinho.
Amigo que abranda saudades de campo e de flor!
Basta fechar os meus olhos, que estendo a mirada...
Na várzea entaipada e serena até a beira do rio
E ao tranco de algum pingo bueno, do meu universo,
Reponto uma tropa de versos, mangueada a assovios:
Guardo a estância que quero no fundo dos olhos
E a alma me cobra a visita junto ao coração
Querência perdida no tempo que busco ao meu modo,
Que encontro se tenho no colo o meu violão!
Reviso na calma das horas o que me convém...
No largo dos campos floridos semeio esperas.
Imerso na vida que invento, no sonho mais terno,
De transcender os invernos pra colher primaveras.
Com o pinho nos braços me vou mundo a fora
Tinindo as esporas, campeando as minhas fontes
E o vento que chega de longe é quem dita meus rumos
Ao perseguir sem apuros meu próprio horizonte.
Encontro o mundo, ao meu gosto, no agosto que for...
Pois tenho a alma agarrada no abraço com o pinho.
Amigo que abranda saudades de campo e de flor!
Basta fechar os meus olhos, que estendo a mirada...
Na várzea entaipada e serena até a beira do rio
E ao tranco de algum pingo bueno, do meu universo,
Reponto uma tropa de versos, mangueada a assovios:
Guardo a estância que quero no fundo dos olhos
E a alma me cobra a visita junto ao coração
Querência perdida no tempo que busco ao meu modo,
Que encontro se tenho no colo o meu violão!
Reviso na calma das horas o que me convém...
No largo dos campos floridos semeio esperas.
Imerso na vida que invento, no sonho mais terno,
De transcender os invernos pra colher primaveras.
Com o pinho nos braços me vou mundo a fora
Tinindo as esporas, campeando as minhas fontes
E o vento que chega de longe é quem dita meus rumos
Ao perseguir sem apuros meu próprio horizonte.