Letra de Na Palma da Mão (Enquanto Mateio) - Raineri Spohr
Disco A
01
Na Volta da Estrada
02
De Pé Trocado
03
Na Palma da Mão (Enquanto Mateio)
04
De Pouso em Pouso
05
Na Recorrida das Bruxas
06
Nunca Mais
07
Futebol de Campanha
08
O Tempo do Verso
09
Pra Que Retornem Meus Sonhos
10
Flor das Almas
11
Pelo Espelho do Rio
12
De Violão no Colo
13
Rosa dos Ventos
14
Despachando um Trote Largo
Na Palma da Mão (Enquanto Mateio)
O mundo gira enquanto mateio
Se reinventa a cada instante
É minha hora de parar rodeio
O meu olhar se faz distante
Além da fumaça que vela meus olhos e o meu pensamento
Além das porteiras das tantas fronteiras dos meus sentimentos
Além das palavras não ditas de toda a poesia
Além das verdades cansadas do meu dia a dia
O mundo gira enquanto mateio
Agora vejo o que me cerca
A vida é mais do que um simples rodeio
Nessas paisagens descobertas
É o pulso que move meus passos em busca de novos caminhos
É o jeito de ser por inteiro e um meio de não ser sozinho
É o que vai além do horizonte e além do silêncio
É o mundo na palma da mão onde me reconheço
É a mão estendida, o sal, a ferida, pastores, rebanhos
É o homem perdido buscando sentido nos seus desenganos
É um tempo de espera por novas bandeiras e falsos profetas
É a gente insistente que ainda acredita que ainda contesta
É a semente no solo, o filho no colo, o brilho no olhar
É o homem na lua, o menino de rua, as pernas pro ar
É o sopro da vida, a bala perdida, a pedra e o tropeço
É a fuga de casa, um vôo sem asas e um novo começo
É a fome que impera, a dor que desterra, o sonho na estrada
Então a esperança nos ergue e nos lança na eterna jornada
O mundo gira enquanto mateio
O mundo gira enquanto mateio
O mundo gira enquanto mateio
O mundo gira, gira, gira, gira, gira...
Se reinventa a cada instante
É minha hora de parar rodeio
O meu olhar se faz distante
Além da fumaça que vela meus olhos e o meu pensamento
Além das porteiras das tantas fronteiras dos meus sentimentos
Além das palavras não ditas de toda a poesia
Além das verdades cansadas do meu dia a dia
O mundo gira enquanto mateio
Agora vejo o que me cerca
A vida é mais do que um simples rodeio
Nessas paisagens descobertas
É o pulso que move meus passos em busca de novos caminhos
É o jeito de ser por inteiro e um meio de não ser sozinho
É o que vai além do horizonte e além do silêncio
É o mundo na palma da mão onde me reconheço
É a mão estendida, o sal, a ferida, pastores, rebanhos
É o homem perdido buscando sentido nos seus desenganos
É um tempo de espera por novas bandeiras e falsos profetas
É a gente insistente que ainda acredita que ainda contesta
É a semente no solo, o filho no colo, o brilho no olhar
É o homem na lua, o menino de rua, as pernas pro ar
É o sopro da vida, a bala perdida, a pedra e o tropeço
É a fuga de casa, um vôo sem asas e um novo começo
É a fome que impera, a dor que desterra, o sonho na estrada
Então a esperança nos ergue e nos lança na eterna jornada
O mundo gira enquanto mateio
O mundo gira enquanto mateio
O mundo gira enquanto mateio
O mundo gira, gira, gira, gira, gira...