Letra de Minha Vida - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Lidas de Gaúcho
02
Vida de Campeiro
03
Filho do Rio Grande
04
Pra Ti Que és um Gaúcho
05
Virou Linguiça
06
Outro Mate
07
Gauchão do Mate Doce
08
Eterno Encontro
09
Entre Gaitaço e Vanera
10
Na Solidão da Tua Espera
11
Cultuando a Tradição
12
De Alma Cigana
13
Na Garupa do Meu Mouro
14
Pra te Ouvir Milonga
15
O Dançador de Vanera
Disco B
01
Aquela que Danço Bem
02
Marca Gaúcha
03
Alma de Vaneira
04
Minha Vida
05
Dança Comigo
06
Um Ranchinho Pra Ela
07
Se a Saudade Apertar
08
A Volta
09
Reflita
10
Abanando as Franjas do Pala
11
Isto é Rio Grande
12
No Rancho do Pensamento
13
Fama de Campeão
14
Cadê o Bugio
Minha Vida
"Sandro Coelho e Celso Dornelles"
Eu cresci no interior,
No meio do mato
Eu vivia assim,
Acordava bem cedinho
Com os passarinhos cantando pra mim
Logo eu me levantava
E com a gurizada saia a brincar
Jogo de bola de gude
Peão e bodoque era sem parar
Quanta saudade que sinto
Das tardes que ia para escola estudar
Aprender tudo aquilo
Que um dia o mundo iria mostrar
Quando voltava pra casa
A minha mãezinha estava a me esperar
Passava a mão em meu cabelo
E me alimentava sempre a me cuidar
Hoje depois de alguns anos
Aqui na cidade me pego a lembrar
De tudo que já passei
De tanta saudade começo a chorar
Sei que a vida não para
Que a vida não volta
Eu tenho que seguir
Mas se pudesse eu voltava
Para viver de novo tudo que vivi
Foram todas essas coisas
Que me deram forças para prosseguir
Trago esses ensinamentos
Como o rumo norte do meu ir e vir
Hoje passo ao meu filho
Isso que um dia meu pai me ensinou
Sou pai, amigo e companheiro,
O maior parceiro ele sabe que sou
E assim eu sigo em frente,
Semeando a esperança no meu caminhar
Vez enquanto volto lá,
Rever minha terra, é bom relembrar
Pois é mais feliz um homem,
Que olha pra trás e pode se orgulhar
Fiz desses ensinamentos meu rumo, meu norte e vivo a cantar
Hoje depois de alguns anos
Aqui na cidade me pego a lembrar
De tudo que já passei
De tanta saudade começo a chorar
Sei que a vida não para
Que a vida não volta
Eu tenho que seguir
Mas se pudesse eu voltava
Para viver de novo tudo que vivi.
Eu cresci no interior,
No meio do mato
Eu vivia assim,
Acordava bem cedinho
Com os passarinhos cantando pra mim
Logo eu me levantava
E com a gurizada saia a brincar
Jogo de bola de gude
Peão e bodoque era sem parar
Quanta saudade que sinto
Das tardes que ia para escola estudar
Aprender tudo aquilo
Que um dia o mundo iria mostrar
Quando voltava pra casa
A minha mãezinha estava a me esperar
Passava a mão em meu cabelo
E me alimentava sempre a me cuidar
Hoje depois de alguns anos
Aqui na cidade me pego a lembrar
De tudo que já passei
De tanta saudade começo a chorar
Sei que a vida não para
Que a vida não volta
Eu tenho que seguir
Mas se pudesse eu voltava
Para viver de novo tudo que vivi
Foram todas essas coisas
Que me deram forças para prosseguir
Trago esses ensinamentos
Como o rumo norte do meu ir e vir
Hoje passo ao meu filho
Isso que um dia meu pai me ensinou
Sou pai, amigo e companheiro,
O maior parceiro ele sabe que sou
E assim eu sigo em frente,
Semeando a esperança no meu caminhar
Vez enquanto volto lá,
Rever minha terra, é bom relembrar
Pois é mais feliz um homem,
Que olha pra trás e pode se orgulhar
Fiz desses ensinamentos meu rumo, meu norte e vivo a cantar
Hoje depois de alguns anos
Aqui na cidade me pego a lembrar
De tudo que já passei
De tanta saudade começo a chorar
Sei que a vida não para
Que a vida não volta
Eu tenho que seguir
Mas se pudesse eu voltava
Para viver de novo tudo que vivi.