Letra de Entre Gaitaço e Vanera - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Lidas de Gaúcho
02
Vida de Campeiro
03
Filho do Rio Grande
04
Pra Ti Que és um Gaúcho
05
Virou Linguiça
06
Outro Mate
07
Gauchão do Mate Doce
08
Eterno Encontro
09
Entre Gaitaço e Vanera
10
Na Solidão da Tua Espera
11
Cultuando a Tradição
12
De Alma Cigana
13
Na Garupa do Meu Mouro
14
Pra te Ouvir Milonga
15
O Dançador de Vanera
Disco B
01
Aquela que Danço Bem
02
Marca Gaúcha
03
Alma de Vaneira
04
Minha Vida
05
Dança Comigo
06
Um Ranchinho Pra Ela
07
Se a Saudade Apertar
08
A Volta
09
Reflita
10
Abanando as Franjas do Pala
11
Isto é Rio Grande
12
No Rancho do Pensamento
13
Fama de Campeão
14
Cadê o Bugio
Entre Gaitaço e Vanera
"JP Batista/João Luiz Corrêa"
Eu venho vindo lá do garrão da fronteira
Trago comigo a bandeira de gaúcho e dançador
Desculpe amigos se eu tiver algum defeito
É que trago no meu peito a estampa de domador
Tomei um trago da bombacha bati o pó
Até de mim tenho dó quando sapecam vanera
Venho aguachado louco pra arrastar o pé
E hoje se deus quiser eu tapo o salão de poeira
Venho aguachado louco pra arrastar o pé
E hoje se deus quiser eu tapo o salão de poeira
Eu "tô" chegando pra bailar de cola atada
Hoje varo a madrugada é tudo que sempre quis
Eu trago um jeito debochado na vanera
Tranco xucro da fronteira e me basta pra ser feliz
Só me acomodo quando vem clareando o dia
E eu nos braços da guria rasgando prosa no ouvido
E o baile véio macanudo sem porteira
Surungo a moda campeira outro igual até eu duvido
Vou me aprumando pra prenda já fiz promessa
E não há o que me impeça a não ser que deus não queira
Encilho o pingo no próximo eu "tô" de novo
Bailando fime no povo entre gaitaço e vanera
Encilho o pingo no próximo eu "tô" de novo
Bailando fime no povo entre gaitaço e vanera
Eu venho vindo lá do garrão da fronteira
Trago comigo a bandeira de gaúcho e dançador
Desculpe amigos se eu tiver algum defeito
É que trago no meu peito a estampa de domador
Tomei um trago da bombacha bati o pó
Até de mim tenho dó quando sapecam vanera
Venho aguachado louco pra arrastar o pé
E hoje se deus quiser eu tapo o salão de poeira
Venho aguachado louco pra arrastar o pé
E hoje se deus quiser eu tapo o salão de poeira
Eu "tô" chegando pra bailar de cola atada
Hoje varo a madrugada é tudo que sempre quis
Eu trago um jeito debochado na vanera
Tranco xucro da fronteira e me basta pra ser feliz
Só me acomodo quando vem clareando o dia
E eu nos braços da guria rasgando prosa no ouvido
E o baile véio macanudo sem porteira
Surungo a moda campeira outro igual até eu duvido
Vou me aprumando pra prenda já fiz promessa
E não há o que me impeça a não ser que deus não queira
Encilho o pingo no próximo eu "tô" de novo
Bailando fime no povo entre gaitaço e vanera
Encilho o pingo no próximo eu "tô" de novo
Bailando fime no povo entre gaitaço e vanera