Letra de Gauchão do Mate Doce - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Lidas de Gaúcho
02
Vida de Campeiro
03
Filho do Rio Grande
04
Pra Ti Que és um Gaúcho
05
Virou Linguiça
06
Outro Mate
07
Gauchão do Mate Doce
08
Eterno Encontro
09
Entre Gaitaço e Vanera
10
Na Solidão da Tua Espera
11
Cultuando a Tradição
12
De Alma Cigana
13
Na Garupa do Meu Mouro
14
Pra te Ouvir Milonga
15
O Dançador de Vanera
Disco B
01
Aquela que Danço Bem
02
Marca Gaúcha
03
Alma de Vaneira
04
Minha Vida
05
Dança Comigo
06
Um Ranchinho Pra Ela
07
Se a Saudade Apertar
08
A Volta
09
Reflita
10
Abanando as Franjas do Pala
11
Isto é Rio Grande
12
No Rancho do Pensamento
13
Fama de Campeão
14
Cadê o Bugio
Gauchão do Mate Doce
"Raphael Rigueira/Cris Rigueira/João Luiz Corrêa"
Compadre velho tem uns gaudério mudado
E eu ando preocupado com o que vejo por aí
Brinco na "oreia",os cabelo "arrupiado"
E o braço tudo riscado parecendo "inté" um gibí
Vão pros rodeios sempre trajado a rigor
Parecendo ter valor,ser gaudério de respeito
Mas se emborracham daí vão se revelando
O macho vai se acabando e revelando seus trejeito
Mas que gaúcho é esse o macho acabou-se
Foi na roda das comadre pra tomara um mate doce
Mas que gaúcho é esse que coisa bem feia
Mas vê se toma jeito tchê não te fresqueia
Traz na mateira cuia e bomba de prata
E uma garrafa de lata que aperta e sai água quente
Não tem vergonha,me traz erva com cházinho
Quer tomar mate docinho e ainda oferece pra gente
Não toma mate bagualudo pura folha
Mas aqui não tem escolha o nosso tá forte que é um coice
Compadre velho o mundo véio tá virando
E eu "inté" tô desconfiando que a culpa é do mate doce
Compadre velho tem uns gaudério mudado
E eu ando preocupado com o que vejo por aí
Brinco na "oreia",os cabelo "arrupiado"
E o braço tudo riscado parecendo "inté" um gibí
Vão pros rodeios sempre trajado a rigor
Parecendo ter valor,ser gaudério de respeito
Mas se emborracham daí vão se revelando
O macho vai se acabando e revelando seus trejeito
Mas que gaúcho é esse o macho acabou-se
Foi na roda das comadre pra tomara um mate doce
Mas que gaúcho é esse que coisa bem feia
Mas vê se toma jeito tchê não te fresqueia
Traz na mateira cuia e bomba de prata
E uma garrafa de lata que aperta e sai água quente
Não tem vergonha,me traz erva com cházinho
Quer tomar mate docinho e ainda oferece pra gente
Não toma mate bagualudo pura folha
Mas aqui não tem escolha o nosso tá forte que é um coice
Compadre velho o mundo véio tá virando
E eu "inté" tô desconfiando que a culpa é do mate doce