Letra de Arte, Coragem e Bravura - Pátria Sulina
Disco A
01
Por Isso Canto, Senhores
02
Vaneira Macharrona
03
Dias de Gineteada
04
Na Solidão de Algum Posto
05
Décima da Mula Fumaça
06
Campeando O que Vale a Pena
07
Relato de Um Índio Bochincheiro
08
Um Grito Chamando a Ponta
09
Larga, Senão Apanha Atado
10
Num Baile de Cola Atada
11
Gritos de Recolhida
12
Arte, Coragem e Bravura
13
Quando Floreio a Encordada
Arte, Coragem e Bravura
(Letra: Rogério Villagran | Música: Ênio Medeiros)
Os cincerros alarmados ecoam na voz do vento
Prenunciando o movimento das tropilhas de aporreados
No guasca ritual sagrado onde a tradição mais pura
Nos mostra a imagem segura do xucrismo que entrevera
Ânsias e apegos das feras, arte, coragem e bravura
Parece até que os palanques sustentam cernes de aço
Escorando manotaços e testemunhando arranques
Firmes pra que não estanque nosso patriotismo pampa
Que o tempo não seja trampa e o progresso não destrua
A nossa crença charrua que é a alma da nossa estampa
Esporas buscam corcovos, rebenques marcam estilos
No macanudo perfilo acrioulado dos povos
Desafiando sonhos novos em contrapontos marotos
Ganham uns e perdem outros no vai-e-vem dos sotretas
Ornamentando rosetas e botas garrão-de-potro
Sonam campanas sulinas, malos coiceiam pinguelos
Vibram ponchos e pañuelos, voam melenas e crinas
Perante o olhar das chinas templados por tanta graça
Entre a poeira e a fumaça, patacoadas em floreios
Guitarras em bordoneios e gineteadas machaças
Brilham guapos e malinos no calor do ruedo vasto
Em montas de pelo e basto oriental e argentino
Toreando o próprio destino a cada grito de solta
Onde a sorte se dá volta e a vida se chamarreia
O índio que gineteia a Deus entrega sua escolta
Os cincerros alarmados ecoam na voz do vento
Prenunciando o movimento das tropilhas de aporreados
No guasca ritual sagrado onde a tradição mais pura
Nos mostra a imagem segura do xucrismo que entrevera
Ânsias e apegos das feras, arte, coragem e bravura
Parece até que os palanques sustentam cernes de aço
Escorando manotaços e testemunhando arranques
Firmes pra que não estanque nosso patriotismo pampa
Que o tempo não seja trampa e o progresso não destrua
A nossa crença charrua que é a alma da nossa estampa
Esporas buscam corcovos, rebenques marcam estilos
No macanudo perfilo acrioulado dos povos
Desafiando sonhos novos em contrapontos marotos
Ganham uns e perdem outros no vai-e-vem dos sotretas
Ornamentando rosetas e botas garrão-de-potro
Sonam campanas sulinas, malos coiceiam pinguelos
Vibram ponchos e pañuelos, voam melenas e crinas
Perante o olhar das chinas templados por tanta graça
Entre a poeira e a fumaça, patacoadas em floreios
Guitarras em bordoneios e gineteadas machaças
Brilham guapos e malinos no calor do ruedo vasto
Em montas de pelo e basto oriental e argentino
Toreando o próprio destino a cada grito de solta
Onde a sorte se dá volta e a vida se chamarreia
O índio que gineteia a Deus entrega sua escolta