Letra de Dias de Gineteada - Pátria Sulina
Disco A
01
Por Isso Canto, Senhores
02
Vaneira Macharrona
03
Dias de Gineteada
04
Na Solidão de Algum Posto
05
Décima da Mula Fumaça
06
Campeando O que Vale a Pena
07
Relato de Um Índio Bochincheiro
08
Um Grito Chamando a Ponta
09
Larga, Senão Apanha Atado
10
Num Baile de Cola Atada
11
Gritos de Recolhida
12
Arte, Coragem e Bravura
13
Quando Floreio a Encordada
Dias de Gineteada
(Letra: Rogério Villagran | Música: Ricardo Martins)
"Hay rebolizo en el ruedo", se alvorota o vento norte
Os cincerros batem forte, campanas contam segredos
É a doma que empeça cedo templando no mesmo arranque
Esporas, bastos, rebenques, ginetes e reservados
Que ficarão perpetuados na rigidez dos palanques
É a tradição da fronteira que vem trazendo de volta
Gritos de forma e de solta surgidos na polvadeira
É a própria vida campeira numa comunhão fraterna
Que sempre será eterna passando duns para os outros
A forte imagem dos potros e dos que tem força na perna
Trinam rendas e guitarras no repicar dos corcóveos
Se hermanam pátrias e povos no imenso clamor da farra
Mesclando idiomas e garras na convivência sagrada
Onde a crença abagualada dos que nascem peões de estância
Volteiam a penas e ânsias pros dias de gineteada
"Llegan los potros al palo", surgem estampas gaudérias
Fervem sangue nas artérias pulsando no mesmo embalo
Se escuta o berro dos malos no rumor dos atropelos
Como se fossem sinuelos acolherando matreiros
Para desafiar basteiros e os que gineteiam em pelo
Monta índia e a quatros espuelas, couro estendido e gurupa
É o bagualismo que agrupa coragem, força e cautela
Num xucro ritual que apela pra que o taura volte à lida
Logrando montas perdidas arriendando a própria sorte
Despues que charquear a morte dar vuelta de honor na vida
Trinam rendas e guitarras no repicar dos corcóveos...
"Hay rebolizo en el ruedo", se alvorota o vento norte
Os cincerros batem forte, campanas contam segredos
É a doma que empeça cedo templando no mesmo arranque
Esporas, bastos, rebenques, ginetes e reservados
Que ficarão perpetuados na rigidez dos palanques
É a tradição da fronteira que vem trazendo de volta
Gritos de forma e de solta surgidos na polvadeira
É a própria vida campeira numa comunhão fraterna
Que sempre será eterna passando duns para os outros
A forte imagem dos potros e dos que tem força na perna
Trinam rendas e guitarras no repicar dos corcóveos
Se hermanam pátrias e povos no imenso clamor da farra
Mesclando idiomas e garras na convivência sagrada
Onde a crença abagualada dos que nascem peões de estância
Volteiam a penas e ânsias pros dias de gineteada
"Llegan los potros al palo", surgem estampas gaudérias
Fervem sangue nas artérias pulsando no mesmo embalo
Se escuta o berro dos malos no rumor dos atropelos
Como se fossem sinuelos acolherando matreiros
Para desafiar basteiros e os que gineteiam em pelo
Monta índia e a quatros espuelas, couro estendido e gurupa
É o bagualismo que agrupa coragem, força e cautela
Num xucro ritual que apela pra que o taura volte à lida
Logrando montas perdidas arriendando a própria sorte
Despues que charquear a morte dar vuelta de honor na vida
Trinam rendas e guitarras no repicar dos corcóveos...