Letra de Gritos de Recolhida - Pátria Sulina
Disco A
01
Por Isso Canto, Senhores
02
Vaneira Macharrona
03
Dias de Gineteada
04
Na Solidão de Algum Posto
05
Décima da Mula Fumaça
06
Campeando O que Vale a Pena
07
Relato de Um Índio Bochincheiro
08
Um Grito Chamando a Ponta
09
Larga, Senão Apanha Atado
10
Num Baile de Cola Atada
11
Gritos de Recolhida
12
Arte, Coragem e Bravura
13
Quando Floreio a Encordada
Gritos de Recolhida
(Letra: Rogério Villagran | Música: Ênio Medeiros)
Anoiteço golpeando potro até que a noite vá embora
Mateando e rondando fogo enquanto a cordeona chora
A ânsia de ver o sol me atormenta, me namora
Se um ventena sopra as ventas, amanheço arrastando espora
Meu basto, arma de guerra nesta batalha sem fim
Amigo até quando um xucro se bolca em cima de mim
Guitarra, santo remédio pra amansar saudade potra
Chapéu Cury encouraçado que encosta uma aba na outra
Vira o rastro e bate o casco e a ponta desponta a poeira
Me criei bolqueando vaca nos refugos de mangueira
A aurora chega ao passito com trancão de caborteira
Traz grito de recolhida que vem direto à mangueira
E um caseiro, meio aluado, sai no rastro das tambeiras
Porque o sol se criou guacho e tá berrando na porteira
Meu basto, arma de guerra nesta batalha sem fim...
Anoiteço golpeando potro até que a noite vá embora
Mateando e rondando fogo enquanto a cordeona chora
A ânsia de ver o sol me atormenta, me namora
Se um ventena sopra as ventas, amanheço arrastando espora
Meu basto, arma de guerra nesta batalha sem fim
Amigo até quando um xucro se bolca em cima de mim
Guitarra, santo remédio pra amansar saudade potra
Chapéu Cury encouraçado que encosta uma aba na outra
Vira o rastro e bate o casco e a ponta desponta a poeira
Me criei bolqueando vaca nos refugos de mangueira
A aurora chega ao passito com trancão de caborteira
Traz grito de recolhida que vem direto à mangueira
E um caseiro, meio aluado, sai no rastro das tambeiras
Porque o sol se criou guacho e tá berrando na porteira
Meu basto, arma de guerra nesta batalha sem fim...