Letra de Por Isso Canto, Senhores - Pátria Sulina
Disco A
01
Por Isso Canto, Senhores
02
Vaneira Macharrona
03
Dias de Gineteada
04
Na Solidão de Algum Posto
05
Décima da Mula Fumaça
06
Campeando O que Vale a Pena
07
Relato de Um Índio Bochincheiro
08
Um Grito Chamando a Ponta
09
Larga, Senão Apanha Atado
10
Num Baile de Cola Atada
11
Gritos de Recolhida
12
Arte, Coragem e Bravura
13
Quando Floreio a Encordada
Por Isso Canto, Senhores
(Letra e Música: Rogério Villagran)
Eu devo pedir licença neste pampeano retovo
Porque respeito ao meu povo faz parte da minha crença
Frente à ansiedade imensa de cantar minha pátria pampa
Abagualada de estampa pra o pampeano que assim pensa
Pareço um pouco atrevido quando à encordada me abraço
Pedindo um pouco de espaço e buscando algo perdido
Pra nunca ser esquecido, tampouco deixar de ter
O guasca orgulho de ser, ser gaúcho e bem parido
Trago em mim tantas distâncias que eu guardo por ser teatino
Malícias do meu destino, carícia de tantas ânsias
Algo que tem importância pra quem sustenta um legado
Qual um palanque cravado na frente de alguma estância
Por isso eu canto, senhores, pelo que mais acredito
E não hei de cantar solito ao longo dos corredores
Repontarei meus amores em busca do que mereço
Pois algumas coisas tem preço e muitas outras tem valores
Cantarei sempre o que tenho aquerenciado em meu mundo
Erguendo bem lá do fundo razões pelas quais me empenho
Serei "criollo sureño", riograndense abagualado
Para sempre arrinconado junto às baldas de onde venho
Trago em mim tantas distâncias que eu guardo por ser teatino...
Eu devo pedir licença neste pampeano retovo
Porque respeito ao meu povo faz parte da minha crença
Frente à ansiedade imensa de cantar minha pátria pampa
Abagualada de estampa pra o pampeano que assim pensa
Pareço um pouco atrevido quando à encordada me abraço
Pedindo um pouco de espaço e buscando algo perdido
Pra nunca ser esquecido, tampouco deixar de ter
O guasca orgulho de ser, ser gaúcho e bem parido
Trago em mim tantas distâncias que eu guardo por ser teatino
Malícias do meu destino, carícia de tantas ânsias
Algo que tem importância pra quem sustenta um legado
Qual um palanque cravado na frente de alguma estância
Por isso eu canto, senhores, pelo que mais acredito
E não hei de cantar solito ao longo dos corredores
Repontarei meus amores em busca do que mereço
Pois algumas coisas tem preço e muitas outras tem valores
Cantarei sempre o que tenho aquerenciado em meu mundo
Erguendo bem lá do fundo razões pelas quais me empenho
Serei "criollo sureño", riograndense abagualado
Para sempre arrinconado junto às baldas de onde venho
Trago em mim tantas distâncias que eu guardo por ser teatino...