Letra de Pó de Mangueira - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Chupando Beiço
02
Loira de Farmácia
03
Corpo Esgualepado
04
Descascando a Pau
05
Tchu Tchuquinha
06
Bailongo
07
Forrobodó
08
Marca do Sul
09
Anjo da Pele Escura
10
De Pura Cepa
11
Da Marca Missioneira
12
Domador Louco
13
Meninos Sem Nome
14
Louca Pagodeira
Disco B
01
Raimunda
02
Nega Barrasca
03
Xote Beiçudo
04
O Guasca e a Roqueira
05
Mundo Missioneiro
06
Mina Dos Diabos
07
Bochincho Em Unistalda
08
Sangue de Domador
09
Uma Pena Que é Tua
10
Canto a São Luiz Gonzaga
11
Um Velho Que Cheira a Pampa
12
Tá No Papo Da Galera
13
Pó de Mangueira
14
Tostado Labareda
Pó de Mangueira
Diego Muller / João Sampaio / Xirú Missioneiro
Sou pelo duro missioneiro de alma e terra
Xirú bagual que vive sem balda e luxo
Pois c'oas muié sou igual gato de bolicho
Masco matungo sou bagual flor de gaúcho
Pois minha estampa tem o campo por destino
Desde menino que eu gineteio por farra
Eu e o cavalo nacemo no mesmo dia
Tendo por ido um ponteio de guitarra
A lida bruta é minha sina de xirú
Brasão e orgulho da minha templa missioneira
Eu fui parido sobre o lombo de um crinudo
E após a morte vou virar pó de mangueira
(Fiz tantos pingos, que há muito perdi a conta
Lidei com maulas, aporreado, lombo de aço
De várias marcas, pelo raça ou procedências
Mas sendo veiáco, háá! Eu descasco o matungo a laço)
Pra minhas esporas tanto faz mouro ou tobiano
Picaço, oveiro, malacara ou sebruno
Pra sentá a bóia gineteio antes da festa
Só pra sentir o balanço seco do reiudo
Pois potro é potro se vai um logo vem outro
Coxilha alta ou numa virada de cerro
Sou missioneiro que nasceu bem na barranca
Truxe comigo a fibra de Martin Fierro
A lida bruta é minha sina de xirú
Brasão e orgulho da minha templa missioneira
Eu fui parido sobre o lombo de um crinudo
E após a morte vou virar pó de mangueira
por nelson de campos
Sou pelo duro missioneiro de alma e terra
Xirú bagual que vive sem balda e luxo
Pois c'oas muié sou igual gato de bolicho
Masco matungo sou bagual flor de gaúcho
Pois minha estampa tem o campo por destino
Desde menino que eu gineteio por farra
Eu e o cavalo nacemo no mesmo dia
Tendo por ido um ponteio de guitarra
A lida bruta é minha sina de xirú
Brasão e orgulho da minha templa missioneira
Eu fui parido sobre o lombo de um crinudo
E após a morte vou virar pó de mangueira
(Fiz tantos pingos, que há muito perdi a conta
Lidei com maulas, aporreado, lombo de aço
De várias marcas, pelo raça ou procedências
Mas sendo veiáco, háá! Eu descasco o matungo a laço)
Pra minhas esporas tanto faz mouro ou tobiano
Picaço, oveiro, malacara ou sebruno
Pra sentá a bóia gineteio antes da festa
Só pra sentir o balanço seco do reiudo
Pois potro é potro se vai um logo vem outro
Coxilha alta ou numa virada de cerro
Sou missioneiro que nasceu bem na barranca
Truxe comigo a fibra de Martin Fierro
A lida bruta é minha sina de xirú
Brasão e orgulho da minha templa missioneira
Eu fui parido sobre o lombo de um crinudo
E após a morte vou virar pó de mangueira
por nelson de campos