Letra de Da Marca Missioneira - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Chupando Beiço
02
Loira de Farmácia
03
Corpo Esgualepado
04
Descascando a Pau
05
Tchu Tchuquinha
06
Bailongo
07
Forrobodó
08
Marca do Sul
09
Anjo da Pele Escura
10
De Pura Cepa
11
Da Marca Missioneira
12
Domador Louco
13
Meninos Sem Nome
14
Louca Pagodeira
Disco B
01
Raimunda
02
Nega Barrasca
03
Xote Beiçudo
04
O Guasca e a Roqueira
05
Mundo Missioneiro
06
Mina Dos Diabos
07
Bochincho Em Unistalda
08
Sangue de Domador
09
Uma Pena Que é Tua
10
Canto a São Luiz Gonzaga
11
Um Velho Que Cheira a Pampa
12
Tá No Papo Da Galera
13
Pó de Mangueira
14
Tostado Labareda
Da Marca Missioneira
Julio Fontella / Xirú Missioneiro
Quando chega sexta-feira me ajeito da minha maneira
Passo um pente na melena
Bombacha pano dobrado e um vermelho debochado
No gargalo do pavena
Bato a foia do biscaio na bico de papagaio
Que mandei temperá no povo
Te espera lá na ramada tateando de cola atada
Meu baio gema de ovo
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
Alço a perna com destreza me permite a natureza
Que me deu força bagual
Tapeio marca mangueira e bem no jeitão da fronteira
Me vou pra banda oriental
Passo lá um fim de semana nos braço da castelhana
Que tá prenha deste peão
Gasto toda as energia segunda ao clarear do dia
Eu volto a trote pro rincão
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
Passo lá um fim de semana nos braços da castelhana
Que tá prenha deste peão
Gasto toda as energia e segunda ao clarear do dia
Eu volto a trote pro rincão
Vou cuidar da minha lida cicatrizando a ferida
Que a saudade fez sangrar
Quando me arrecadar os pilas de quatro ou cinco esquila
Outra vez volto pra lá
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
Contribuição: Nelson de Campos
Quando chega sexta-feira me ajeito da minha maneira
Passo um pente na melena
Bombacha pano dobrado e um vermelho debochado
No gargalo do pavena
Bato a foia do biscaio na bico de papagaio
Que mandei temperá no povo
Te espera lá na ramada tateando de cola atada
Meu baio gema de ovo
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
Alço a perna com destreza me permite a natureza
Que me deu força bagual
Tapeio marca mangueira e bem no jeitão da fronteira
Me vou pra banda oriental
Passo lá um fim de semana nos braço da castelhana
Que tá prenha deste peão
Gasto toda as energia segunda ao clarear do dia
Eu volto a trote pro rincão
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
Passo lá um fim de semana nos braços da castelhana
Que tá prenha deste peão
Gasto toda as energia e segunda ao clarear do dia
Eu volto a trote pro rincão
Vou cuidar da minha lida cicatrizando a ferida
Que a saudade fez sangrar
Quando me arrecadar os pilas de quatro ou cinco esquila
Outra vez volto pra lá
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
Contribuição: Nelson de Campos