Letra de De Pura Cepa - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Chupando Beiço
02
Loira de Farmácia
03
Corpo Esgualepado
04
Descascando a Pau
05
Tchu Tchuquinha
06
Bailongo
07
Forrobodó
08
Marca do Sul
09
Anjo da Pele Escura
10
De Pura Cepa
11
Da Marca Missioneira
12
Domador Louco
13
Meninos Sem Nome
14
Louca Pagodeira
Disco B
01
Raimunda
02
Nega Barrasca
03
Xote Beiçudo
04
O Guasca e a Roqueira
05
Mundo Missioneiro
06
Mina Dos Diabos
07
Bochincho Em Unistalda
08
Sangue de Domador
09
Uma Pena Que é Tua
10
Canto a São Luiz Gonzaga
11
Um Velho Que Cheira a Pampa
12
Tá No Papo Da Galera
13
Pó de Mangueira
14
Tostado Labareda
De Pura Cepa
Xiru Missioneiro / João Ribeiro / Adalberto Machado
Dizem que os caudilhos não existem mais
E que se foram embora com nossos avós
Que vivem poucos como os nossos pais
E já não existe gauchismo em nós
Não se peleia como em 23
Não se quebra o cacho, posudo do pingo
Não se vê tropa pelos corredores
E não se ostenta pilchas aperos aos domingos
Quem não sente o gosto pela própria querência
E de um topetudo cevado a capricho
Nem dos bochinchos já não sente o cheiro
E não sofrer na gaita pra florear cambichos
O que existe irmão, que um comboio de loqui
Estão reduzindo nossa estampa caudilha
Do velho monarca que é o rio grande
Que foi no passado um herói farroupilha
Pobres poetas de magros talentos
Inventam modinhas, pequeno refrão
Cantores sem pilchas, de orelha furada
Nos palcos, na tela, da televisão
Urbanos vileiros que vivem de sanga
Estão pisoteando e matando a raiz
Te acorda gaúcho! teu pampa é xucro
E só trouxe honra para o nosso país
(pois está na massa desse nosso sangue
A mesma gana a mesma galhardia
De quando a raça pariu o rio grande
E acendeu o pampa em seu primeiro dia)
Por isso engano desses malacara
Nossa identidade se funde em anseios
Por que o guasca que já nasceu cepa
Não apodrece com o tempo feio
Porque o gaúcho nasce e morre guapo
E renasce xucro pra taurear rodeio
Dizem que os caudilhos não existem mais
Pois é puro engano desses malacaras.
Por nelson de campos
Dizem que os caudilhos não existem mais
E que se foram embora com nossos avós
Que vivem poucos como os nossos pais
E já não existe gauchismo em nós
Não se peleia como em 23
Não se quebra o cacho, posudo do pingo
Não se vê tropa pelos corredores
E não se ostenta pilchas aperos aos domingos
Quem não sente o gosto pela própria querência
E de um topetudo cevado a capricho
Nem dos bochinchos já não sente o cheiro
E não sofrer na gaita pra florear cambichos
O que existe irmão, que um comboio de loqui
Estão reduzindo nossa estampa caudilha
Do velho monarca que é o rio grande
Que foi no passado um herói farroupilha
Pobres poetas de magros talentos
Inventam modinhas, pequeno refrão
Cantores sem pilchas, de orelha furada
Nos palcos, na tela, da televisão
Urbanos vileiros que vivem de sanga
Estão pisoteando e matando a raiz
Te acorda gaúcho! teu pampa é xucro
E só trouxe honra para o nosso país
(pois está na massa desse nosso sangue
A mesma gana a mesma galhardia
De quando a raça pariu o rio grande
E acendeu o pampa em seu primeiro dia)
Por isso engano desses malacara
Nossa identidade se funde em anseios
Por que o guasca que já nasceu cepa
Não apodrece com o tempo feio
Porque o gaúcho nasce e morre guapo
E renasce xucro pra taurear rodeio
Dizem que os caudilhos não existem mais
Pois é puro engano desses malacaras.
Por nelson de campos