Letra de É Tudo Por Minha Conta - Os Monarcas
Disco A
01
No Império Das Estâncias
02
Bamo Que Bamo
03
Que Prosa é Essa
04
O Mouro e a Ruana
05
Parceiro do Vento
06
Vanera Largada
07
Campeiro do Rio Grande
08
Minhas Lembranças
09
Dona dos Meus Sonhos
10
Abrindo as Asas
11
É Tudo Por Minha Conta
12
Loirinha Bonita
13
Carcando Vanerão
14
Bem-me-quer
15
Os de Bota e Bombacha
16
Coisa Irritante
17
No Tranco dos Monarcas
18
Saudade
19
Meu Cusco
20
Minha Maneira
21
Faculdade Gaudéria
22
"Dois Dedos de Prosa"
23
Dona da Sala
24
Quem é da Lida
25
No Lombo De Um Tordilho
É Tudo Por Minha Conta
Botei a bombacha nova que comprei da costureira
É de pano de primeira bem do jeito que me agrada;
Camisa branca, lenço colorado,
Um chapeuzinho tapeado bota preta bem lustrada.
E na guaiaca, coldre, cartucheia e tarca
E um trinta de boa marca bem ajeito na cintura
Na charqueadeira binha de couro cru
E neste carbo de xirú só patrão velho me segura.
To com uns pila na guaiaca
E o gogó que é uma matraca onde ninguém me afronta
(Quando eu boto a mão nos cobre
Não existe china pobre , é tudo por minha conta)
Tomo uns gole de água benta e um banho me sinto novo
Vou passear lá no povo querendo um achego por lá;
Se não der certo, já esculhambo com pulguedo
E esparramo o chinaredo sem ter medo de apanhar.
Eu pago a conta não importa o preço da lenha
Porém não gosto de manha de china choromingona;
E o macho que me vier com ciumeira
Também entra na pauleira e logo se desapaixona.
To com uns pila na guaiaca
E o gogó que é uma matraca onde ninguém me afronta
(Quando eu boto a mão nos cobre
Não existe china pobre , é tudo por minha conta)
Sou assim desde piazito não que eu seja mais que os outros
Criado em lombo de potro bem gaudério ao relento;
Gosto de festa, cancha reta e de baralho
E quando não estou no trabalho de um cantar bem pacholento.
Pra quem trabalha sem folga a semana inteira
Não existe outra maneira de alegrar o coração
(Se gastar tudo nem preocupado eu fico
Sei que não vou ficar rico com salário de peão)
To com uns pila na guaiaca
E o gogó que é uma matraca onde ninguém me afronta
(Quando eu boto a mão nos cobre
Não existe china pobre , é tudo por minha conta)
É de pano de primeira bem do jeito que me agrada;
Camisa branca, lenço colorado,
Um chapeuzinho tapeado bota preta bem lustrada.
E na guaiaca, coldre, cartucheia e tarca
E um trinta de boa marca bem ajeito na cintura
Na charqueadeira binha de couro cru
E neste carbo de xirú só patrão velho me segura.
To com uns pila na guaiaca
E o gogó que é uma matraca onde ninguém me afronta
(Quando eu boto a mão nos cobre
Não existe china pobre , é tudo por minha conta)
Tomo uns gole de água benta e um banho me sinto novo
Vou passear lá no povo querendo um achego por lá;
Se não der certo, já esculhambo com pulguedo
E esparramo o chinaredo sem ter medo de apanhar.
Eu pago a conta não importa o preço da lenha
Porém não gosto de manha de china choromingona;
E o macho que me vier com ciumeira
Também entra na pauleira e logo se desapaixona.
To com uns pila na guaiaca
E o gogó que é uma matraca onde ninguém me afronta
(Quando eu boto a mão nos cobre
Não existe china pobre , é tudo por minha conta)
Sou assim desde piazito não que eu seja mais que os outros
Criado em lombo de potro bem gaudério ao relento;
Gosto de festa, cancha reta e de baralho
E quando não estou no trabalho de um cantar bem pacholento.
Pra quem trabalha sem folga a semana inteira
Não existe outra maneira de alegrar o coração
(Se gastar tudo nem preocupado eu fico
Sei que não vou ficar rico com salário de peão)
To com uns pila na guaiaca
E o gogó que é uma matraca onde ninguém me afronta
(Quando eu boto a mão nos cobre
Não existe china pobre , é tudo por minha conta)