Letra de Minhas Lembranças - Os Monarcas
Disco A
01
No Império Das Estâncias
02
Bamo Que Bamo
03
Que Prosa é Essa
04
O Mouro e a Ruana
05
Parceiro do Vento
06
Vanera Largada
07
Campeiro do Rio Grande
08
Minhas Lembranças
09
Dona dos Meus Sonhos
10
Abrindo as Asas
11
É Tudo Por Minha Conta
12
Loirinha Bonita
13
Carcando Vanerão
14
Bem-me-quer
15
Os de Bota e Bombacha
16
Coisa Irritante
17
No Tranco dos Monarcas
18
Saudade
19
Meu Cusco
20
Minha Maneira
21
Faculdade Gaudéria
22
"Dois Dedos de Prosa"
23
Dona da Sala
24
Quem é da Lida
25
No Lombo De Um Tordilho
Minhas Lembranças
Já num upa tô chegando, mas tenho muito que andar
Pra rever minha querência que um dia me viu chegar
Quero encontrar os amigos que não foram pra cidade
Jogo de bola e balanço e os namoros que saudade
Quantas lembranças que tenho daquele tempo
Soltar pandorgas ao vento correr livre na invernada
Quanta saudade da minha mamãe querida
Que aos filhos mostrou a vida e às vezes sofreu calada
(Fui me embora, fui me embora
Fui me embora pra cidade
Fui me embora, fui me embora
Volto pra matar saudade)
Agora falta bem pouco, já vejo o salão do gringo
Onde o pai tocava viola nas reúnas de domingo
Uma lágrima insistente cai sobre a poeira da estrada
Meu coração sempre aperta quando é hora da chegada
Quantas lembranças que tenho daquele tempo
Soltar pandorgas ao vento correr livre na invernada
Quanta saudade da minha mamãe querida
Que aos filhos mostrou a vida e às vezes sofreu calada
(Fui me embora, fui me embora
Fui me embora pra cidade
Fui me embora, fui me embora
Volto pra matar saudade)
Pra rever minha querência que um dia me viu chegar
Quero encontrar os amigos que não foram pra cidade
Jogo de bola e balanço e os namoros que saudade
Quantas lembranças que tenho daquele tempo
Soltar pandorgas ao vento correr livre na invernada
Quanta saudade da minha mamãe querida
Que aos filhos mostrou a vida e às vezes sofreu calada
(Fui me embora, fui me embora
Fui me embora pra cidade
Fui me embora, fui me embora
Volto pra matar saudade)
Agora falta bem pouco, já vejo o salão do gringo
Onde o pai tocava viola nas reúnas de domingo
Uma lágrima insistente cai sobre a poeira da estrada
Meu coração sempre aperta quando é hora da chegada
Quantas lembranças que tenho daquele tempo
Soltar pandorgas ao vento correr livre na invernada
Quanta saudade da minha mamãe querida
Que aos filhos mostrou a vida e às vezes sofreu calada
(Fui me embora, fui me embora
Fui me embora pra cidade
Fui me embora, fui me embora
Volto pra matar saudade)