Letra de Carcando Vanerão - Os Monarcas
Disco A
01
No Império Das Estâncias
02
Bamo Que Bamo
03
Que Prosa é Essa
04
O Mouro e a Ruana
05
Parceiro do Vento
06
Vanera Largada
07
Campeiro do Rio Grande
08
Minhas Lembranças
09
Dona dos Meus Sonhos
10
Abrindo as Asas
11
É Tudo Por Minha Conta
12
Loirinha Bonita
13
Carcando Vanerão
14
Bem-me-quer
15
Os de Bota e Bombacha
16
Coisa Irritante
17
No Tranco dos Monarcas
18
Saudade
19
Meu Cusco
20
Minha Maneira
21
Faculdade Gaudéria
22
"Dois Dedos de Prosa"
23
Dona da Sala
24
Quem é da Lida
25
No Lombo De Um Tordilho
Carcando Vanerão
Tascaram um grito vai ter baile na fronteira
Já há vespeira junto de redor do rancho
Prum bate coxa sempre tá a pronta a peonanda
E eu to na estrada nem que seja de carancho
Bombiei pro dito corcoveando um alazão
Um coração que era só teia de aranha
Tava ao seu lado de bombear pro horizonte
Me fui pra fonte e a fim de apalpar picanha
(Já de vereda fui carcando um vanerão
Só no garrão pra fazer e acontecer
Firmei o pique numa banca de alambique
E já fiz ver quem tem garrafa pra vender)
Dancei na lenta pra não espantar o mulherio
Conheço um rio que tem piranha e que da pé
Eu sou do tempo que pé de valsa manhoso
Por ser nervoso não dança de marcha a ré
Pra que buenacho apertando o barbicacho
Dono do cacho nunca precisei de ajuda
Só no que eu tenho vou costurando o sereno
Pois meu veneno sempre age na madruga
(Já de vereda fui carcando um vanerão
Só no garrão pra fazer e acontecer
Firmei o pique numa banca de alambique
E já fiz ver quem tem garrafa pra vender)
Já há vespeira junto de redor do rancho
Prum bate coxa sempre tá a pronta a peonanda
E eu to na estrada nem que seja de carancho
Bombiei pro dito corcoveando um alazão
Um coração que era só teia de aranha
Tava ao seu lado de bombear pro horizonte
Me fui pra fonte e a fim de apalpar picanha
(Já de vereda fui carcando um vanerão
Só no garrão pra fazer e acontecer
Firmei o pique numa banca de alambique
E já fiz ver quem tem garrafa pra vender)
Dancei na lenta pra não espantar o mulherio
Conheço um rio que tem piranha e que da pé
Eu sou do tempo que pé de valsa manhoso
Por ser nervoso não dança de marcha a ré
Pra que buenacho apertando o barbicacho
Dono do cacho nunca precisei de ajuda
Só no que eu tenho vou costurando o sereno
Pois meu veneno sempre age na madruga
(Já de vereda fui carcando um vanerão
Só no garrão pra fazer e acontecer
Firmei o pique numa banca de alambique
E já fiz ver quem tem garrafa pra vender)