Letra de Domando a Vanera - Zezinho e Floreio
Disco A
01
Pra Quem Gosta de Cavalo
02
Noite Adentro
03
Tipo à Toa
04
Campeão de Rodeio
05
Baile em Maçambará
06
Rodeio do Meu Pago
07
Fechando as Cancelas
08
Bem na Moda Véia
09
Cá na Serra
10
Bem do Meu Jeito
11
Mates de Saudade
12
Domando a Vanera
13
Isto é São Chico
14
De Goela Aberta Num Chamamé
15
Meu Paraíso
Domando a Vanera
(Zezinho / Dionísio Clarindo da Costa)
Gaitero tem alma de peão de estancia
Encurta distancia se for pra tocar
No lombo das notas transforma o balanco
Num compasso manso pro povo amuntar
Atorando a noite num bufo de gaita
O gaitero taita enfrena a cansera
Que nem um ginete grudado nas crinas
Esporeia a sina domando a vanera
No campo o ginete e o artista campero
No baile e o gaitero quem dita o compasso
Lá fora um ventena bailando na poeira
Cá dentro a vaneira domada a gaitaco
De tudo que e pelo vanera entropilha
Povoa as coxilhas dos bailes do pago
Tem a cabortera que foi mal domada
E a mais compassada que aceita um afago
A vaneira mansa campeia sossego
No arranjo pelego da doma sonora
A vaneira xucra não carece arreio
Se vai num floreio pela noite a fora
Gaitero tem alma de peão de estancia
Encurta distancia se for pra tocar
No lombo das notas transforma o balanco
Num compasso manso pro povo amuntar
Atorando a noite num bufo de gaita
O gaitero taita enfrena a cansera
Que nem um ginete grudado nas crinas
Esporeia a sina domando a vanera
No campo o ginete e o artista campero
No baile e o gaitero quem dita o compasso
Lá fora um ventena bailando na poeira
Cá dentro a vaneira domada a gaitaco
De tudo que e pelo vanera entropilha
Povoa as coxilhas dos bailes do pago
Tem a cabortera que foi mal domada
E a mais compassada que aceita um afago
A vaneira mansa campeia sossego
No arranjo pelego da doma sonora
A vaneira xucra não carece arreio
Se vai num floreio pela noite a fora