Letra de Baile em Maçambará - Zezinho e Floreio
Disco A
01
Pra Quem Gosta de Cavalo
02
Noite Adentro
03
Tipo à Toa
04
Campeão de Rodeio
05
Baile em Maçambará
06
Rodeio do Meu Pago
07
Fechando as Cancelas
08
Bem na Moda Véia
09
Cá na Serra
10
Bem do Meu Jeito
11
Mates de Saudade
12
Domando a Vanera
13
Isto é São Chico
14
De Goela Aberta Num Chamamé
15
Meu Paraíso
Baile em Maçambará
(João Sampaio / Diego Muller / Elton Saldanha)
Bamo acarcá, bamo acarcá, bamo acarcá
Bamo acarcá, bamo acarcá, bamo acarcá
Gaiteiro que se garante, não deixa o baile pará
Pois sabe o tranco do povo que véve em maçambará
Gaiteiro véio, o fandango ta que tá
E a noite promete muito e troveja em macambará
Dê-lhe vanera, dois pra lá e dois pra cá
Com uma morena gaúcha de fazê os loco babá
Diz pro copeiro servi uma com butiá
Daquelas de santo antônio, pro santo nos abençoá
E avisa a indiada que aqui não dá pra peleá
Por que se chegar os home, nóis nem temo os alvará
E a china linda, dê-lhe gritá
Deixe o gaitero, pro baile não terminá...
Bamo acarcá, bamo acarcá, bamo acarcá...
Uma beiçuda diz que hoje vai me marcá
Mais os irmãos bagacera tão querendo me capá
Se eu grudo os beiço, ninguém vai nos desgrudá
Que eu sô cuiudo e me grudo nas éguas que relinchá
E o violero chafurdeia no floriá, cimbrando o caibro do pinho
Que o braço chega invergá, chinedo xucro com perfume de araçá
Com crina de reboleira, só nasce em maçambará
Bamo acarcá, bamo acarcá, bamo acarcá
Bamo acarcá, bamo acarcá, bamo acarcá
Gaiteiro que se garante, não deixa o baile pará
Pois sabe o tranco do povo que véve em maçambará
Gaiteiro véio, o fandango ta que tá
E a noite promete muito e troveja em macambará
Dê-lhe vanera, dois pra lá e dois pra cá
Com uma morena gaúcha de fazê os loco babá
Diz pro copeiro servi uma com butiá
Daquelas de santo antônio, pro santo nos abençoá
E avisa a indiada que aqui não dá pra peleá
Por que se chegar os home, nóis nem temo os alvará
E a china linda, dê-lhe gritá
Deixe o gaitero, pro baile não terminá...
Bamo acarcá, bamo acarcá, bamo acarcá...
Uma beiçuda diz que hoje vai me marcá
Mais os irmãos bagacera tão querendo me capá
Se eu grudo os beiço, ninguém vai nos desgrudá
Que eu sô cuiudo e me grudo nas éguas que relinchá
E o violero chafurdeia no floriá, cimbrando o caibro do pinho
Que o braço chega invergá, chinedo xucro com perfume de araçá
Com crina de reboleira, só nasce em maçambará