Letra de Bem na Moda Véia - Zezinho e Floreio
Disco A
01
Pra Quem Gosta de Cavalo
02
Noite Adentro
03
Tipo à Toa
04
Campeão de Rodeio
05
Baile em Maçambará
06
Rodeio do Meu Pago
07
Fechando as Cancelas
08
Bem na Moda Véia
09
Cá na Serra
10
Bem do Meu Jeito
11
Mates de Saudade
12
Domando a Vanera
13
Isto é São Chico
14
De Goela Aberta Num Chamamé
15
Meu Paraíso
Bem na Moda Véia
(João Sampaio / Odenir dos Santos / Zezinho)
No vizindário corre a data de um fandango
E o pessoal se vai aos bando, pra comprá roupa no povo
Dia de festa todo mundo bem vestido
Um cheiro bueno de tecido, pior que milico novo
Boca da noite lotava a frente da casa
Igual formiga de asa quando a chuva vai parar
Roncava a gaita e se abraçavam igual dois mano
Saiam espalhando os pano de fazê a luz apagá
Meta cordeona, gaitero, meta cordeona, gaitero
Que pr'esses lado um baile bueno não é sempre
Meta cordeona, gaiteiro, meta cordeona, gaiteiro
Que tá lotado e ainda tá chegando gente
Lá pelas tantas gritava o dono do rancho
Vamo pára prum descanso, dá uma forrada no bucho
Lá na cozinha tem café e cueca virada
Toletes de carne assada e um carreteiro gaúcho
E o piá da casa, bocejando de dar pena
Vinha repor querozena num lampeão junto a cunheira
Chega se espiando uma veiota baguala
Pra atira água na sala pra podê baxá a poeira
Meta cordeona, gaitero, meta cordeona, gaitero...
Lá nas macegas, um mamau campeia o frasco
Não se dá conta dos cascos dum bagual que masca o freio
E o pingo inquieto, já brabo de esperá o dono
Resolve espantar o sono e sai espalhando os arreio
Ja tresnoitado e calejado nos dois ombro
O gaiteiro segue aos tombos com a cordeona de botão
Meio cochila, se acorda e segue de novo
Miando igual gato novo no costado do salão
No vizindário corre a data de um fandango
E o pessoal se vai aos bando, pra comprá roupa no povo
Dia de festa todo mundo bem vestido
Um cheiro bueno de tecido, pior que milico novo
Boca da noite lotava a frente da casa
Igual formiga de asa quando a chuva vai parar
Roncava a gaita e se abraçavam igual dois mano
Saiam espalhando os pano de fazê a luz apagá
Meta cordeona, gaitero, meta cordeona, gaitero
Que pr'esses lado um baile bueno não é sempre
Meta cordeona, gaiteiro, meta cordeona, gaiteiro
Que tá lotado e ainda tá chegando gente
Lá pelas tantas gritava o dono do rancho
Vamo pára prum descanso, dá uma forrada no bucho
Lá na cozinha tem café e cueca virada
Toletes de carne assada e um carreteiro gaúcho
E o piá da casa, bocejando de dar pena
Vinha repor querozena num lampeão junto a cunheira
Chega se espiando uma veiota baguala
Pra atira água na sala pra podê baxá a poeira
Meta cordeona, gaitero, meta cordeona, gaitero...
Lá nas macegas, um mamau campeia o frasco
Não se dá conta dos cascos dum bagual que masca o freio
E o pingo inquieto, já brabo de esperá o dono
Resolve espantar o sono e sai espalhando os arreio
Ja tresnoitado e calejado nos dois ombro
O gaiteiro segue aos tombos com a cordeona de botão
Meio cochila, se acorda e segue de novo
Miando igual gato novo no costado do salão