Letra de Por ser Gaúcho o Meu Canto - André Teixeira
Disco A
01
Pataleio
02
Milonga e Baguala
03
Coração de Campo
04
Ritual Crioulo de um Domingo de Carreira
05
El Alma del Pago
06
Rumbeador
07
Por ser Gaúcho o Meu Canto
08
Um Certo Galpão de Pedra
09
Por Bailado e Chacarera
10
Que Pecado, Parceiro!
11
Espera
12
Amanhecido
13
Flor de Cinamomo
14
Pescoceiro
15
Sobre as Marcas no Barro
16
Deusa de Cordas
Por ser Gaúcho o Meu Canto
(Rogério Villagran/André Teixeira)
Fiz do meu canto, cruzador de tantos rumos,
Para que alcance imensidões além de mim
Ecoando longe buscando outros confins,
Levando junto as coisas que mais consumo.
Será o meu canto, parte de algo que espero
Que entropilhe na alma pampa do meu povo,
Um jeito antigo que reponta um mundo novo
Sempre no rastro da história que eu considero.
Tenho por pátria o santo chão de onde veio
O que abaguala esta bandeira que levanto
Pois sem virtude talvez um dia o meu canto
Será escravo da força de outros anseios.
E pra onde vou, quando chegar, eu lhes garanto
A minha Pátria por mim vai pedir licença
Para que o mundo reconheça a minha crença
E eu me abaguale, por ser gaúcho o meu canto...
Assim meu canto se rebusca de esperanças
E eu me enraízo cada vez mais no meu chão,
Pra que eu sustente por gosto e por tradição,
O que acredito que só a terra nos alcança.
Por isso busco nas coisas que eu acredito
Que serão sempre corpo e alma do meu verso,
Buenos motivos pra que não ande disperso
O fundamento de nunca cantar solito.
Esta é a razão que alimenta o meu empenho
Pra que jamais algo se adone desta gana
Que palanqueia a identidade pampiana
Aquerenciada junto ao cantar de onde venho.
Fiz do meu canto, cruzador de tantos rumos,
Para que alcance imensidões além de mim
Ecoando longe buscando outros confins,
Levando junto as coisas que mais consumo.
Será o meu canto, parte de algo que espero
Que entropilhe na alma pampa do meu povo,
Um jeito antigo que reponta um mundo novo
Sempre no rastro da história que eu considero.
Tenho por pátria o santo chão de onde veio
O que abaguala esta bandeira que levanto
Pois sem virtude talvez um dia o meu canto
Será escravo da força de outros anseios.
E pra onde vou, quando chegar, eu lhes garanto
A minha Pátria por mim vai pedir licença
Para que o mundo reconheça a minha crença
E eu me abaguale, por ser gaúcho o meu canto...
Assim meu canto se rebusca de esperanças
E eu me enraízo cada vez mais no meu chão,
Pra que eu sustente por gosto e por tradição,
O que acredito que só a terra nos alcança.
Por isso busco nas coisas que eu acredito
Que serão sempre corpo e alma do meu verso,
Buenos motivos pra que não ande disperso
O fundamento de nunca cantar solito.
Esta é a razão que alimenta o meu empenho
Pra que jamais algo se adone desta gana
Que palanqueia a identidade pampiana
Aquerenciada junto ao cantar de onde venho.