Letra de Vanera de Galpão - Os Monarcas
Disco A
01
Cheiro de Galpão
02
Xote da Saudades
03
Vida Buenacha
04
Embretados
05
Réplica
06
Queimando Campo
07
Gineteando o Temporal
08
Santuário de Chucros
09
Erechim, História e Canto
10
Fim de Tarde
11
Dia de Festança
12
Parece Mas Não é
Disco B
01
Fandango das Três Fronteiras
02
Posteiro
03
Cova de Touro
04
Quando a Saudade Partir
05
Cavalo Raio
06
Vanera de Galpão
07
Clarinadas de Esperança
08
Não Encosta a Barriguinha
09
Rancho a Beira Mato
10
Aquerenciado
11
Desenho da Miséria
12
De Lida e Romance
Vanera de Galpão
Olha essa vaneira de galpão vai tranqueando passo no compasso
Contraponteando contra o coração, o gaiteiro e a gaita num abraço
Olha essa vaneira de galpão vai tranqueando passo no compasso
Na simplicidade pura do seu jeito gaudérios teatinos do meu pago
Pra afogar a magoa no seu peito busco na vaneira um afago
A luz de candieiro e a polvadeira parede chamuscada de picumã
E o colo que acolhe um estradeiro e a ilusão que finda de manhã
Fico bobeando uma vez espiando pela fresta aberta do oitão
E uma morenaça sarandeando exalando aroma da paixão
A saudade louca me esporeia quando a campo afora eu me bandeio
Levando na idéia aquele olhar que inspirou na gaita o meu floreio
Contraponteando contra o coração, o gaiteiro e a gaita num abraço
Olha essa vaneira de galpão vai tranqueando passo no compasso
Na simplicidade pura do seu jeito gaudérios teatinos do meu pago
Pra afogar a magoa no seu peito busco na vaneira um afago
A luz de candieiro e a polvadeira parede chamuscada de picumã
E o colo que acolhe um estradeiro e a ilusão que finda de manhã
Fico bobeando uma vez espiando pela fresta aberta do oitão
E uma morenaça sarandeando exalando aroma da paixão
A saudade louca me esporeia quando a campo afora eu me bandeio
Levando na idéia aquele olhar que inspirou na gaita o meu floreio