Letra de Fandango das Três Fronteiras - Os Monarcas
Disco A
01
Cheiro de Galpão
02
Xote da Saudades
03
Vida Buenacha
04
Embretados
05
Réplica
06
Queimando Campo
07
Gineteando o Temporal
08
Santuário de Chucros
09
Erechim, História e Canto
10
Fim de Tarde
11
Dia de Festança
12
Parece Mas Não é
Disco B
01
Fandango das Três Fronteiras
02
Posteiro
03
Cova de Touro
04
Quando a Saudade Partir
05
Cavalo Raio
06
Vanera de Galpão
07
Clarinadas de Esperança
08
Não Encosta a Barriguinha
09
Rancho a Beira Mato
10
Aquerenciado
11
Desenho da Miséria
12
De Lida e Romance
Fandango das Três Fronteiras
Como é lindo de se ver
Um fandango na fronteira
Brasileiro e castelhano
Se entreveram noite inteira.
Gasta na sola da bota
Tapando o salão de poeira
Se descaderam dançando
No corcóvio da vaneira.
Esse fandango bagual
Quanta torta não desmancha
Golpeando um trago de canha
Seu coração se deslancha
De beretta corre os olhos
Nos olhos de uma pinguancha
Da de mão e pede boca
E já sai abrindo cancha.
Sob a luz do candieiro
Desmaiada no salão
Se vê no mais que o gaiteiro
Não é de afrouxar o garrão
Se desmunheca tocando
A velha gaita de botão
Bate o pé e grita alto
Êta que fandango bom.
Esse fandango buenacho
Que entrevera o gauchismo
A velharada se assanha
Debochando o reumatismo
Até o padre vai pra dança
Esquecendo o catecismo
Fandango de três fronteiras
Numa lição de civismo.
Como é lindo de se ver
Um fandango na fronteira
Brasileiro e castelhano
Se entreveram a noite inteira.
Gasta na sola da bota
Tapando o salão de poeira
Se descaderam dançando
No corcóvio da vaneira.
Um fandango na fronteira
Brasileiro e castelhano
Se entreveram noite inteira.
Gasta na sola da bota
Tapando o salão de poeira
Se descaderam dançando
No corcóvio da vaneira.
Esse fandango bagual
Quanta torta não desmancha
Golpeando um trago de canha
Seu coração se deslancha
De beretta corre os olhos
Nos olhos de uma pinguancha
Da de mão e pede boca
E já sai abrindo cancha.
Sob a luz do candieiro
Desmaiada no salão
Se vê no mais que o gaiteiro
Não é de afrouxar o garrão
Se desmunheca tocando
A velha gaita de botão
Bate o pé e grita alto
Êta que fandango bom.
Esse fandango buenacho
Que entrevera o gauchismo
A velharada se assanha
Debochando o reumatismo
Até o padre vai pra dança
Esquecendo o catecismo
Fandango de três fronteiras
Numa lição de civismo.
Como é lindo de se ver
Um fandango na fronteira
Brasileiro e castelhano
Se entreveram a noite inteira.
Gasta na sola da bota
Tapando o salão de poeira
Se descaderam dançando
No corcóvio da vaneira.