Letra de Queimando Campo - Os Monarcas
Disco A
01
Cheiro de Galpão
02
Xote da Saudades
03
Vida Buenacha
04
Embretados
05
Réplica
06
Queimando Campo
07
Gineteando o Temporal
08
Santuário de Chucros
09
Erechim, História e Canto
10
Fim de Tarde
11
Dia de Festança
12
Parece Mas Não é
Disco B
01
Fandango das Três Fronteiras
02
Posteiro
03
Cova de Touro
04
Quando a Saudade Partir
05
Cavalo Raio
06
Vanera de Galpão
07
Clarinadas de Esperança
08
Não Encosta a Barriguinha
09
Rancho a Beira Mato
10
Aquerenciado
11
Desenho da Miséria
12
De Lida e Romance
Queimando Campo
Vendi uma ponta de gado lá pras bandas do Itaqui
Comprei dez quadras de campo na costa do Toropi
Um atropilha de zainos pra encurtar as distancias
Que aguentam firme o tirão de recorrer as estancias
Pois três vestidos rendados que dei de presente a prenda
Já estão fora de moda vou ter que passar na venda
Já que tou com a mão na massa vou cruzar no Manuelito
Comprar aquele petiço que prometi ao piazito
Não te assusta companheiro se espicho esta patacoada
Se pra vida dou risada com a correnteza por diante
O quer está distante e eu queimo campo a vontade
Pois quem esbanja humildade nunca consegue o bastante
Três ontontem nem te conto na carreira no povoado
Ganhei quatrocentos contos nas patas do meu tostado
Em pingo da minha marca nunca perdi uma parada
Pois sobra no meu potreiro pasto verde e boa aguada
Aventura é uma quimera e o sonho é livre pra o pobre
Quem sabe com a primavera surja a changa e sobra uns cobres
Enquanto a sorte se esquiva me resta viver de encanto
Total só gasto a saliva na arte de queimar campo
Comprei dez quadras de campo na costa do Toropi
Um atropilha de zainos pra encurtar as distancias
Que aguentam firme o tirão de recorrer as estancias
Pois três vestidos rendados que dei de presente a prenda
Já estão fora de moda vou ter que passar na venda
Já que tou com a mão na massa vou cruzar no Manuelito
Comprar aquele petiço que prometi ao piazito
Não te assusta companheiro se espicho esta patacoada
Se pra vida dou risada com a correnteza por diante
O quer está distante e eu queimo campo a vontade
Pois quem esbanja humildade nunca consegue o bastante
Três ontontem nem te conto na carreira no povoado
Ganhei quatrocentos contos nas patas do meu tostado
Em pingo da minha marca nunca perdi uma parada
Pois sobra no meu potreiro pasto verde e boa aguada
Aventura é uma quimera e o sonho é livre pra o pobre
Quem sabe com a primavera surja a changa e sobra uns cobres
Enquanto a sorte se esquiva me resta viver de encanto
Total só gasto a saliva na arte de queimar campo