Letra de Vento Minuano - Crioulo dos Pampas
Disco A
01
Milonga, Pampa e Querência
02
Eu, a Gaita e as Lembranças
03
Mateando Saudade
04
Bóia de Macho
05
Pêlo-duro e Voz Macia
06
Costumes de Fronteira
07
Castração a Pealo
08
Mouro Tapado
09
É Bom Chorar
10
Morena Dançadeira
11
Rastros de Bravo
12
Do Fundo do Poço
13
Vento Minuano
14
Sistema de Antigamente
Vento Minuano
(Velho Milongueiro)
O vento passou lá em casa
Feito vassoura varrendo o chão
Varreu minha esperança
Varreu meu sonho, minha ilusão
Até minha inspiração
Ele foi varrendo sem piedade
Só não varreu a saudade
Que está morando em meu coração
Vento minuano que canta e chora e assovia
A' minhas noites tem sido frias
Ninguém aquece meu coração
Vento minuano, faça o favor, seja meu amigo
Traga meu bem pra ficar comigo
Que eu não suporto esta solidão
O vento passou rasteiro
E foi varrendo grama e capim
Varreu todo o meu terreiro
E todos canteiros do meu jardim
Até o retrato dela
Ele varreu de cima da mesa
Só não varreu a tristeza
Que está morando dentro de mim
Vento minuano que canta e chora e assovia...
O vento passou lá em casa
E foi varrendo o que viu na frente
Varreu galpão e garagem
Varreu folhagem, varreu semente
Até a história da gente
Tentou varrer sem necessidade
Mas não varreu a vontade
De ter meu bem aqui novamente
Vento minuano que canta e chora e assovia...
O vento passou lá em casa
Feito vassoura varrendo o chão
Varreu minha esperança
Varreu meu sonho, minha ilusão
Até minha inspiração
Ele foi varrendo sem piedade
Só não varreu a saudade
Que está morando em meu coração
Vento minuano que canta e chora e assovia
A' minhas noites tem sido frias
Ninguém aquece meu coração
Vento minuano, faça o favor, seja meu amigo
Traga meu bem pra ficar comigo
Que eu não suporto esta solidão
O vento passou rasteiro
E foi varrendo grama e capim
Varreu todo o meu terreiro
E todos canteiros do meu jardim
Até o retrato dela
Ele varreu de cima da mesa
Só não varreu a tristeza
Que está morando dentro de mim
Vento minuano que canta e chora e assovia...
O vento passou lá em casa
E foi varrendo o que viu na frente
Varreu galpão e garagem
Varreu folhagem, varreu semente
Até a história da gente
Tentou varrer sem necessidade
Mas não varreu a vontade
De ter meu bem aqui novamente
Vento minuano que canta e chora e assovia...