Letra de Mateando Saudade - Crioulo dos Pampas
Disco A
01
Milonga, Pampa e Querência
02
Eu, a Gaita e as Lembranças
03
Mateando Saudade
04
Bóia de Macho
05
Pêlo-duro e Voz Macia
06
Costumes de Fronteira
07
Castração a Pealo
08
Mouro Tapado
09
É Bom Chorar
10
Morena Dançadeira
11
Rastros de Bravo
12
Do Fundo do Poço
13
Vento Minuano
14
Sistema de Antigamente
Mateando Saudade
Patricio venho chegando
De uma longa jornada
Trazendo a poeira da estrada
Entranhada na melena
Cantarolando a chilena
Num canto de liberdade
Para matar a saudade
Nos braços da minha morena
Esta é a vida de quem vive andando
Que deixa o lar e a mulher querida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
No aconchego do rancho
Eu chego de madrugada
Nos braços da minha amada
Vou descançar um pouquinho
Ganhando amor e carinho
Da prenda que me adora
E quando rompe a aurora
Não deixa eu matear sozinho
Esta é a vida de quem vive andando
Que deixa o lar e a mulher querida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Trocamos beijo e carinho
Na bomba do chimarrão
A cuia senta na mão
No aconchego do lar
Fico escutando cantar
Mateando de manhã cedo
É o sabiá no arvoredo
Que alegra o nosso matear
Esta é a vida de quem vive andando
Que deixa o lar e a mulher querida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Patricio este mate amigo
Que eu tomo junto com a china
É uma trança divina
Em tento de luta e couro
Na bomba de prata e ouro
O nosso amor se preserva
No gosto amargo da erva
Vamos cevando o namoro
Esta é a vida de quem vive andando
Que deixa o lar e a mulher querida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
De uma longa jornada
Trazendo a poeira da estrada
Entranhada na melena
Cantarolando a chilena
Num canto de liberdade
Para matar a saudade
Nos braços da minha morena
Esta é a vida de quem vive andando
Que deixa o lar e a mulher querida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
No aconchego do rancho
Eu chego de madrugada
Nos braços da minha amada
Vou descançar um pouquinho
Ganhando amor e carinho
Da prenda que me adora
E quando rompe a aurora
Não deixa eu matear sozinho
Esta é a vida de quem vive andando
Que deixa o lar e a mulher querida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Trocamos beijo e carinho
Na bomba do chimarrão
A cuia senta na mão
No aconchego do lar
Fico escutando cantar
Mateando de manhã cedo
É o sabiá no arvoredo
Que alegra o nosso matear
Esta é a vida de quem vive andando
Que deixa o lar e a mulher querida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Patricio este mate amigo
Que eu tomo junto com a china
É uma trança divina
Em tento de luta e couro
Na bomba de prata e ouro
O nosso amor se preserva
No gosto amargo da erva
Vamos cevando o namoro
Esta é a vida de quem vive andando
Que deixa o lar e a mulher querida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida
Vive no mundo mateando saudade
Que quando volta recomeça a vida