Letra de Costumes de Fronteira - Crioulo dos Pampas
Disco A
01
Milonga, Pampa e Querência
02
Eu, a Gaita e as Lembranças
03
Mateando Saudade
04
Bóia de Macho
05
Pêlo-duro e Voz Macia
06
Costumes de Fronteira
07
Castração a Pealo
08
Mouro Tapado
09
É Bom Chorar
10
Morena Dançadeira
11
Rastros de Bravo
12
Do Fundo do Poço
13
Vento Minuano
14
Sistema de Antigamente
Costumes de Fronteira
(Paulo Martins/Crioulo dos Pampas)
Uma prenda de fronteira
Se bater palma, ela dança
Sendo de lá, não se cansa
Mete baile a noite inteira
Assim que vive a chibeira
Na sua vida cotidiana
Uma hora é castelhana
Outra hora é brasileira
Tem festa a semana inteira
Em São Borja e Santo Tomé
Quando baila um chamamé
Ilumina a sala inteira
Louca de namoradeira
Olhar de corça no cio
Tem gosto de água de rio
E cheiro de fruta costeira
Las muchachas tambien viene
Para bailar na fronteira
Uma chamarrita costeira
Que só na fronteira tem
Vem à procura de alguém
Não importa raça ou cor
Porque uma noite de amor
Nunca fez mal a ninguém
Nas piráguas vem de tudo
Que se possa imaginar
Quem vive a contrabandear
Não precisa ter estudo
O contrabando miúdo
Sai do porto Capivara
Contrabando ninguém para
Seja pequeno ou graúdo
Las doble chapas mui hermosas
De fronteiras secas ou rio
Tem na vida um desafio
Mas são sempre carinhosas
Nessa vida misteriosa
No vai-e-vem da fronteira
Fiz um tributo à chibeira
Flor da pampa majestosa
Uma prenda de fronteira
Se bater palma, ela dança
Sendo de lá, não se cansa
Mete baile a noite inteira
Assim que vive a chibeira
Na sua vida cotidiana
Uma hora é castelhana
Outra hora é brasileira
Tem festa a semana inteira
Em São Borja e Santo Tomé
Quando baila um chamamé
Ilumina a sala inteira
Louca de namoradeira
Olhar de corça no cio
Tem gosto de água de rio
E cheiro de fruta costeira
Las muchachas tambien viene
Para bailar na fronteira
Uma chamarrita costeira
Que só na fronteira tem
Vem à procura de alguém
Não importa raça ou cor
Porque uma noite de amor
Nunca fez mal a ninguém
Nas piráguas vem de tudo
Que se possa imaginar
Quem vive a contrabandear
Não precisa ter estudo
O contrabando miúdo
Sai do porto Capivara
Contrabando ninguém para
Seja pequeno ou graúdo
Las doble chapas mui hermosas
De fronteiras secas ou rio
Tem na vida um desafio
Mas são sempre carinhosas
Nessa vida misteriosa
No vai-e-vem da fronteira
Fiz um tributo à chibeira
Flor da pampa majestosa