Letra de No Império das Estâncias - Nilton Ferreira
Disco A
01
Abaralhando a Barbela
02
No Tilintar das Pedras
03
Décima de Uma Rima Só
04
Pra Quem Faz Cama dos Arreios
05
Baile do Bigode
06
No Império das Estâncias
07
Canção Pra Um Peão Solito
08
Pra Quem Escora No Braço
09
Partejando
10
Raça Guapa
11
Surungo de Rancho
12
Tirando o Peso das Costas
13
Aguaceiro
14
Por Entender a Vida
No Império das Estâncias
O dia empeça a chegar à pata larga
Chamando o taura para a ronda do destino
O fogo aclara o galpão na madrugada
Onde a peonada é um irmão no mesmo arrimo
Um mate gordo no ritual do campechano
Aquece o peito com a seiva da querência
Recria alma, flui o sangue da sua rama
Onde inflama a pura cria em essência
A mim me basta ser gaúcho nesta vida
Sovar os bastos nas baldas da bagualada
Com a moldura da querência em minha lida
Que mundo lindo deus me deu para morada
A peonada e a tropilha em desatino
Peala a sina pra um reponte ou pastoreio
Neste tropel do imenso pampa riograndino
Encilho o destino pro retovo do rodeio
Um verde campo com o encanto das estrelas
Que campereia nossa história nas distâncias
Alma do mundo que enobrece em vivê-las
Pátria campeira no império das estâncias
A mim me basta ser gaúcho nesta vida
Sovar os bastos nas baldas da bagualada
Com a moldura da querência em minha lida
Que mundo lindo deus me deu para morada
Chamando o taura para a ronda do destino
O fogo aclara o galpão na madrugada
Onde a peonada é um irmão no mesmo arrimo
Um mate gordo no ritual do campechano
Aquece o peito com a seiva da querência
Recria alma, flui o sangue da sua rama
Onde inflama a pura cria em essência
A mim me basta ser gaúcho nesta vida
Sovar os bastos nas baldas da bagualada
Com a moldura da querência em minha lida
Que mundo lindo deus me deu para morada
A peonada e a tropilha em desatino
Peala a sina pra um reponte ou pastoreio
Neste tropel do imenso pampa riograndino
Encilho o destino pro retovo do rodeio
Um verde campo com o encanto das estrelas
Que campereia nossa história nas distâncias
Alma do mundo que enobrece em vivê-las
Pátria campeira no império das estâncias
A mim me basta ser gaúcho nesta vida
Sovar os bastos nas baldas da bagualada
Com a moldura da querência em minha lida
Que mundo lindo deus me deu para morada