Letra de Encomenda (Participação Especial: Luciano Maia - Declamação: Dorval Dias) - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Abertura - O Poeta não Morre!
02
Coplas de Viramundo
03
Encomenda (Participação Especial: Luciano Maia - Declamação: Dorval Dias)
04
Chasque pra Dom Munhoz (Participação Especial: Gilberto Monteiro)
05
Aos Domingos (Participação Especial: Walther Morais)
06
De Santa Clara ao Além (Participação Especial: Leonel Gomez - Declamação: José Machado Leal)
07
Claridade
08
Milonga Sinuelo
09
Santo Chão (Participação Especial: César Oliveira e Rogério Melo)
10
Mouro Negro
11
Acorda Bugio
12
De Como Cantar um Flete (Participação Especial: Joca Martins)
13
Outros Pêlos
Encomenda (Participação Especial: Luciano Maia - Declamação: Dorval Dias)
José Gaspar Machado da Silva e Luciano Maia
(Part. Especial: Luciano Maia – Declamação: Dorval Dias)
Vou lhe contar uma história,
Pra fazer certa encomenda.
D’um pala que anda extraviado,
E outro igual não acho à venda.
Pois quando se perde um traste,
Desses que a gente quer bem.
Não é o valor que ele tem,
Mas por ser relíquia, me atenda!
Foi no vinte de setembro,
Co'o glorioso tarumã.
Depois de passar na praça,
Pra estrela de aldebaran.
Perdi o meu pala gaúcho,
Que tanta falta me faz.
Até pra rondar em paz,
A luz d'alguma manhã.
Dou conta d'um pala pampa,
Branco franjado de azul.
Que tenho por galardão,
Do meu rio grande do sul!
Eu c'o esse pala gavião,
Dá os ares meu armorial.
Dá pose d'um general,
Na testa do batalhão.
Dou conta d'um pala pampa,
Branco franjado de azul.
Que tenho por galardão,
Do meu rio grande do sul!
Eu já botei um aviso,
No rádio da minha terra.
Que chega lá na fronteira,
E recambeia pra serra:
..." quem ver essa nuvem branca,
Com meia nesga de céu.
Saiba que vale um troféu,
Esse meu pano de guerra"!...
Assim que ando cantando,
Pela solidariedade!
Quem deter meu pala pampa,
Num gesto de humanidade.
Mande pra são gabriel,
Lugar da minha saudade.
E onde abana uma bandeira,
De paz e fraternidade!
(Part. Especial: Luciano Maia – Declamação: Dorval Dias)
Vou lhe contar uma história,
Pra fazer certa encomenda.
D’um pala que anda extraviado,
E outro igual não acho à venda.
Pois quando se perde um traste,
Desses que a gente quer bem.
Não é o valor que ele tem,
Mas por ser relíquia, me atenda!
Foi no vinte de setembro,
Co'o glorioso tarumã.
Depois de passar na praça,
Pra estrela de aldebaran.
Perdi o meu pala gaúcho,
Que tanta falta me faz.
Até pra rondar em paz,
A luz d'alguma manhã.
Dou conta d'um pala pampa,
Branco franjado de azul.
Que tenho por galardão,
Do meu rio grande do sul!
Eu c'o esse pala gavião,
Dá os ares meu armorial.
Dá pose d'um general,
Na testa do batalhão.
Dou conta d'um pala pampa,
Branco franjado de azul.
Que tenho por galardão,
Do meu rio grande do sul!
Eu já botei um aviso,
No rádio da minha terra.
Que chega lá na fronteira,
E recambeia pra serra:
..." quem ver essa nuvem branca,
Com meia nesga de céu.
Saiba que vale um troféu,
Esse meu pano de guerra"!...
Assim que ando cantando,
Pela solidariedade!
Quem deter meu pala pampa,
Num gesto de humanidade.
Mande pra são gabriel,
Lugar da minha saudade.
E onde abana uma bandeira,
De paz e fraternidade!