Letra de Pra Quem Tem o Campo Na Essência - Pátria Sulina
Pátria Sulina
CD Campanha 2008
Disco A
01
Maranatha
02
Ciclo Eterno
03
5 em Flor
04
Timbre de Saudade
05
Confiança na Raça
06
Fandango Galponeiro
07
Solidão Domeira
08
Metendo Corda
09
Tirão
10
Quando Abraço Uma Guitarra
11
Zaina Rabicana
12
Soiteira
13
Baile Véio
14
Deus dos Campeiros
15
Tirador
16
Pra Quem Tem o Campo Na Essência
Pra Quem Tem o Campo Na Essência
(Letra: Fernando Soares | Música: Jones Andrei Vieira)
Largo a boca na canhada empurrando um doze-braças
E a trança se torna escassa pra um terneiro que dispara
O vento sopra na cara tapeando, assim, o sombreiro
Sobrou pata ao caborteiro e faltou pro malacara
De vereda meto a espora e "afróxo" a boca do pingo
Só uma argola vem zunindo, guiando o rumo da armada
Mas que baita gauchada e se topou um malino
Virou de lombo um brazino lá no fundo da invernada
Estendo os olhos pra pampa e a alma pra um descampado
E um laço bem estirado bordoneia a própria sina
E a lida se vem por cima pra quem tem campo na essência
E a querência é mais querência na minha pátria sulina
Volto às casas tranco afora, ringindo o lombo do arreio
E o pingo mascando o freio, contraponteando no embalo
Campeiro, cusco e cavalo, findando a lida na estância
E um pôr-de-sol na distância, noiteiro chegando ao pago
Um quero-quero entonado, mostrando as garras de espinho
No instinto que ronda o ninho nas horas que a noite acampa
Uma coxilha na pampa por sob um céu estrelado
E um ranchito bem quinchado pros ventos que se descampa
Estendo os olhos pra pampa e a alma pra um descampado...
Largo a boca na canhada empurrando um doze-braças
E a trança se torna escassa pra um terneiro que dispara
O vento sopra na cara tapeando, assim, o sombreiro
Sobrou pata ao caborteiro e faltou pro malacara
De vereda meto a espora e "afróxo" a boca do pingo
Só uma argola vem zunindo, guiando o rumo da armada
Mas que baita gauchada e se topou um malino
Virou de lombo um brazino lá no fundo da invernada
Estendo os olhos pra pampa e a alma pra um descampado
E um laço bem estirado bordoneia a própria sina
E a lida se vem por cima pra quem tem campo na essência
E a querência é mais querência na minha pátria sulina
Volto às casas tranco afora, ringindo o lombo do arreio
E o pingo mascando o freio, contraponteando no embalo
Campeiro, cusco e cavalo, findando a lida na estância
E um pôr-de-sol na distância, noiteiro chegando ao pago
Um quero-quero entonado, mostrando as garras de espinho
No instinto que ronda o ninho nas horas que a noite acampa
Uma coxilha na pampa por sob um céu estrelado
E um ranchito bem quinchado pros ventos que se descampa
Estendo os olhos pra pampa e a alma pra um descampado...