Letra de Tirão - Pátria Sulina
Pátria Sulina
CD Campanha 2008
Disco A
01
Maranatha
02
Ciclo Eterno
03
5 em Flor
04
Timbre de Saudade
05
Confiança na Raça
06
Fandango Galponeiro
07
Solidão Domeira
08
Metendo Corda
09
Tirão
10
Quando Abraço Uma Guitarra
11
Zaina Rabicana
12
Soiteira
13
Baile Véio
14
Deus dos Campeiros
15
Tirador
16
Pra Quem Tem o Campo Na Essência
Tirão
(Letra: Cassiano Eduardo Pinto/Leduvino Ramos | Música: Alexandre Matheus)
O potro perdeu as mãos
No tranco de chegar cedo
A lida mostra segredos
Quando a coisa fica feia
Às vezes pisa na "oreia"
Outras, cruza do avesso
Cada pealo é um recomeço
Pra quem segue na peleia
Horizonte se apequena
Cai a tava e mostra culo
Quem vem no primeiro pulo
De um jeito cego e teatino
Bem sabe que o destino
Não manda flor pra finado
E no modo desbocado
Não pode perder o tino
Numa doma bem baguala
De mula ou potro velhaco
Um índio enforquilhado
Luta pra educar da boca
Até o susto é coisa pouca
Pra quem é bem traquejado
Tudo segue seu ciclo
A existência pede bolada
Mesmo de alma trucada
No meio da situação
Na rodada de tirão
Levanta o pingo no freio
Abre a perna sem floreio
Saindo de rédea na mão
No apagar da "porvadeira"
Vence sempre o mais forte
Na luta de vida e morte
Se extravia as pataca'
Mesmo no fim da estaca
Todo homem é capaz
De mostrar como se faz
Quando na doma se atraca
Numa doma bem baguala...
O potro perdeu as mãos
No tranco de chegar cedo
A lida mostra segredos
Quando a coisa fica feia
Às vezes pisa na "oreia"
Outras, cruza do avesso
Cada pealo é um recomeço
Pra quem segue na peleia
Horizonte se apequena
Cai a tava e mostra culo
Quem vem no primeiro pulo
De um jeito cego e teatino
Bem sabe que o destino
Não manda flor pra finado
E no modo desbocado
Não pode perder o tino
Numa doma bem baguala
De mula ou potro velhaco
Um índio enforquilhado
Luta pra educar da boca
Até o susto é coisa pouca
Pra quem é bem traquejado
Tudo segue seu ciclo
A existência pede bolada
Mesmo de alma trucada
No meio da situação
Na rodada de tirão
Levanta o pingo no freio
Abre a perna sem floreio
Saindo de rédea na mão
No apagar da "porvadeira"
Vence sempre o mais forte
Na luta de vida e morte
Se extravia as pataca'
Mesmo no fim da estaca
Todo homem é capaz
De mostrar como se faz
Quando na doma se atraca
Numa doma bem baguala...