Letra de Baile Véio - Pátria Sulina
Pátria Sulina
CD Campanha 2008
Disco A
01
Maranatha
02
Ciclo Eterno
03
5 em Flor
04
Timbre de Saudade
05
Confiança na Raça
06
Fandango Galponeiro
07
Solidão Domeira
08
Metendo Corda
09
Tirão
10
Quando Abraço Uma Guitarra
11
Zaina Rabicana
12
Soiteira
13
Baile Véio
14
Deus dos Campeiros
15
Tirador
16
Pra Quem Tem o Campo Na Essência
Baile Véio
(Letra: Ramiro Amorim | Música: Nilton Ferreira)
Apura o trote, meu baio quadralvo
Que hoje me salvo num baile macota
De pala branco pra trás atirado
E bem lustrado o bico da bota
O baile "véio" é de gaita e pandeiro
Eu sou ligeiro no passo da dança
Até o quadralvo relincha, faceiro
C'oas parelheiras da tropilha mansa
Tava a Ritinha me botando os "zóio"
E eu me apóio mesmo na certeza
Dê-lhe rancheira, arrodeando na sala
Esvoaçando o pala por cima das mesa'
Não que eu seja um tipo debochado
Mas os cunhados me tiram por mau
Nem terminava a primeira marca
Já me queriam me babar a pau
Gosto de baile e não quero peleia
Se a coisa enfeia, a brabeza me cega
Grito "xô, égua", alumiando a prateada
Abrindo picada em chircal e macega
O Villagran que já dançou com a Tita
Sabe a desdita de um mal entendido
Por nada o entrevero tá de pé
E até "muié" dá laço no marido
Na confusão, apaguei o candeeiro
Até lembrei o bochincho do Jayme
Deram uma tunda no Gil Bolicheiro
Por não ser ligeiro, apanhou de salame
De faconaço e balaço que vinha
Pela cozinha, pulei a janela
E o meu quadralvo, levando a Ritinha
Já me esperava perto da cancela
Não que eu seja um tipo debochado...
Apura o trote, meu baio quadralvo
Que hoje me salvo num baile macota
De pala branco pra trás atirado
E bem lustrado o bico da bota
O baile "véio" é de gaita e pandeiro
Eu sou ligeiro no passo da dança
Até o quadralvo relincha, faceiro
C'oas parelheiras da tropilha mansa
Tava a Ritinha me botando os "zóio"
E eu me apóio mesmo na certeza
Dê-lhe rancheira, arrodeando na sala
Esvoaçando o pala por cima das mesa'
Não que eu seja um tipo debochado
Mas os cunhados me tiram por mau
Nem terminava a primeira marca
Já me queriam me babar a pau
Gosto de baile e não quero peleia
Se a coisa enfeia, a brabeza me cega
Grito "xô, égua", alumiando a prateada
Abrindo picada em chircal e macega
O Villagran que já dançou com a Tita
Sabe a desdita de um mal entendido
Por nada o entrevero tá de pé
E até "muié" dá laço no marido
Na confusão, apaguei o candeeiro
Até lembrei o bochincho do Jayme
Deram uma tunda no Gil Bolicheiro
Por não ser ligeiro, apanhou de salame
De faconaço e balaço que vinha
Pela cozinha, pulei a janela
E o meu quadralvo, levando a Ritinha
Já me esperava perto da cancela
Não que eu seja um tipo debochado...