Letra de Solidão Domeira - Pátria Sulina
Pátria Sulina
CD Campanha 2008
Disco A
01
Maranatha
02
Ciclo Eterno
03
5 em Flor
04
Timbre de Saudade
05
Confiança na Raça
06
Fandango Galponeiro
07
Solidão Domeira
08
Metendo Corda
09
Tirão
10
Quando Abraço Uma Guitarra
11
Zaina Rabicana
12
Soiteira
13
Baile Véio
14
Deus dos Campeiros
15
Tirador
16
Pra Quem Tem o Campo Na Essência
Solidão Domeira
(Letra: Diego Muller | Música: Marco Lima)
A noite se abanca aos poucos
Depois das horas da lida
E uma quietude grongueira
Põe solidão pela vida
Sou domador de fronteira
Sofrendo por mal amado
Pois uma linda trigueira
Deixou-me num rumo alado
Já levei tombos feios
Nas domas do meu rincão
Mas bem pouco me topei
Com a gineta solidão
E chegou de mango erguido
Com esporas bem afiadas
Surrando os meus sentimentos
E as lembranças bastereadas
Eu já fiz tantos cavalos
Nunca domei o amor
Que é o potro mais aporreado
Na vida de um domador
E assim fui virando potro
Nos braços da solidão
E com a espora da saudade
Sangrou o meu coração
Ando de estância em estância
Pra tropilhas ajeitar
Só não contei que a tristeza
Podia me sofrenar
E aos poucos, de noite em noite
Paciente, vai me domando
E como eu ando sem forças
Pra ela vou me entregando
Me resta cantar ausências
Entre saudades e desejos
Da alma que, mansarrona
Deságua sal nos marejos
E aquela china matreira
Que me trouxe a solidão
Deve andar domando a vida
De um outro pobre peão
Eu já fiz tantos cavalos...
A noite se abanca aos poucos
Depois das horas da lida
E uma quietude grongueira
Põe solidão pela vida
Sou domador de fronteira
Sofrendo por mal amado
Pois uma linda trigueira
Deixou-me num rumo alado
Já levei tombos feios
Nas domas do meu rincão
Mas bem pouco me topei
Com a gineta solidão
E chegou de mango erguido
Com esporas bem afiadas
Surrando os meus sentimentos
E as lembranças bastereadas
Eu já fiz tantos cavalos
Nunca domei o amor
Que é o potro mais aporreado
Na vida de um domador
E assim fui virando potro
Nos braços da solidão
E com a espora da saudade
Sangrou o meu coração
Ando de estância em estância
Pra tropilhas ajeitar
Só não contei que a tristeza
Podia me sofrenar
E aos poucos, de noite em noite
Paciente, vai me domando
E como eu ando sem forças
Pra ela vou me entregando
Me resta cantar ausências
Entre saudades e desejos
Da alma que, mansarrona
Deságua sal nos marejos
E aquela china matreira
Que me trouxe a solidão
Deve andar domando a vida
De um outro pobre peão
Eu já fiz tantos cavalos...