Letra de Quando Abraço Uma Guitarra - Pátria Sulina
Pátria Sulina
CD Campanha 2008
Disco A
01
Maranatha
02
Ciclo Eterno
03
5 em Flor
04
Timbre de Saudade
05
Confiança na Raça
06
Fandango Galponeiro
07
Solidão Domeira
08
Metendo Corda
09
Tirão
10
Quando Abraço Uma Guitarra
11
Zaina Rabicana
12
Soiteira
13
Baile Véio
14
Deus dos Campeiros
15
Tirador
16
Pra Quem Tem o Campo Na Essência
Quando Abraço Uma Guitarra
(Letra: Xirú Antunes | Música: Reginaldo Färber)
Sempre abraço uma guitarra
É jeito de fazer prece
Idioma que procede
De alguma vida passada
Prosa índia que me agarra
Calor em noite de frio
Presságio de vento e rio
Junto à alma das vidalas
Quando me junto aos meus
Comunhão da própria raça
Há uma corrente que passa
Pelo dialeto das mãos
Parte de trigo e pão
Que alimenta velhas almas
E uma sombra copada
Num mormaço de verão
Então eu sangro silêncios
Na imensidão dos acordes
Alma branca, verso nobre
Parador de uma inconstância
Beijo com gosto à pitanga
Aroma de jasmineiro
Flor do campo que brotou
Num pajonal em segredos
Sublime e eterna paisagem
Em tardes de ressolanas
Mel que escorre da pampa
Adocicando amargos
Princípio que tem raízes
Folhas, frutos e galhos
Memorial dos meus olhares
Quando abraço uma guitarra
Sempre abraço uma guitarra
É jeito de fazer prece
Idioma que procede
De alguma vida passada
Prosa índia que me agarra
Calor em noite de frio
Presságio de vento e rio
Junto à alma das vidalas
Quando me junto aos meus
Comunhão da própria raça
Há uma corrente que passa
Pelo dialeto das mãos
Parte de trigo e pão
Que alimenta velhas almas
E uma sombra copada
Num mormaço de verão
Então eu sangro silêncios
Na imensidão dos acordes
Alma branca, verso nobre
Parador de uma inconstância
Beijo com gosto à pitanga
Aroma de jasmineiro
Flor do campo que brotou
Num pajonal em segredos
Sublime e eterna paisagem
Em tardes de ressolanas
Mel que escorre da pampa
Adocicando amargos
Princípio que tem raízes
Folhas, frutos e galhos
Memorial dos meus olhares
Quando abraço uma guitarra