Letra de Fandango Galponeiro - Pátria Sulina
Pátria Sulina
CD Campanha 2008
Disco A
01
Maranatha
02
Ciclo Eterno
03
5 em Flor
04
Timbre de Saudade
05
Confiança na Raça
06
Fandango Galponeiro
07
Solidão Domeira
08
Metendo Corda
09
Tirão
10
Quando Abraço Uma Guitarra
11
Zaina Rabicana
12
Soiteira
13
Baile Véio
14
Deus dos Campeiros
15
Tirador
16
Pra Quem Tem o Campo Na Essência
Fandango Galponeiro
(Letra: Diego Muller/Salvador Lamberty | Música: Marco Lima)
Abre esta gaita neste surungo de rancho
Que o povo gosta de um fandango galponeiro
Puxa a vaneira, que a peonada já se arrancha
Num troca-passo na penumbra do candeeiro
Dança o domeiro, o pescador, dança o patrão
Dança o chibeiro, o plantador e o tropeiro
Toda a campanha se ermanando neste embalo
Que a botoneira traz acordes bem campeiros
Bamo pra sala que a gaita não dá descanso
Neste balanço de sacudir as melena'
Eu me esparramo, com os olhos de pirilampo
E já me acampo nos braços de uma morena
O chão batido, de cinza, saibro e lembranças
Rancho barreado, coberto de santa-fé
Tempo bagual desta minha pátria sulina
Onde a vaneira vem timbrar a sola dos pé'
E a gaita velha, derramando mil segredos
A noite morre, vem a aurora em claridade
O enamorado se despede da morena
Não sabe onde carregar tanta saudade
Bamo pra sala que a gaita não dá descanso...
Abre esta gaita neste surungo de rancho
Que o povo gosta de um fandango galponeiro
Puxa a vaneira, que a peonada já se arrancha
Num troca-passo na penumbra do candeeiro
Dança o domeiro, o pescador, dança o patrão
Dança o chibeiro, o plantador e o tropeiro
Toda a campanha se ermanando neste embalo
Que a botoneira traz acordes bem campeiros
Bamo pra sala que a gaita não dá descanso
Neste balanço de sacudir as melena'
Eu me esparramo, com os olhos de pirilampo
E já me acampo nos braços de uma morena
O chão batido, de cinza, saibro e lembranças
Rancho barreado, coberto de santa-fé
Tempo bagual desta minha pátria sulina
Onde a vaneira vem timbrar a sola dos pé'
E a gaita velha, derramando mil segredos
A noite morre, vem a aurora em claridade
O enamorado se despede da morena
Não sabe onde carregar tanta saudade
Bamo pra sala que a gaita não dá descanso...