Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Na Solidão de Algum Posto

Pátria Sulina · Por Isso Canto, Senhores

Capa de Por Isso Canto, Senhores
Pátria Sulina

Na Solidão de Algum Posto

Por Isso Canto, Senhores · 2010
(Letra: Rogério Villagran | Música: César Oliveira) Solito e manso na solidão de algum posto Pensando longe mateio bombeando a lua Quando a lembrança se potreia e vira as garra' Sempre me agarra sentindo saudades tua' Se eu não tivesse que andar rolando o mundo Guasqueando a sina de ter nascido encruado Acolherava minha estampa em tua alma Serena e calma, eu deixava de andar alçado Foi o destino que fez com que eu me perdesse Pela distância que se agranda e me carrega Com meu sombreiro debochando das tormentas Das que arrebenta escabelando macegas De ponta a ponta vou cruzando esta querência Golpeando potro e pechando boi nos refugos Pois não me entrego nem pra o guascaço mais forte Só mesmo a morte pode me quebrar o sabugo Pra querendona flor de prenda, meu amor Eu ofereço minha estampa de campeiro E se o tempo não se fizer de carancho Eu ergo um rancho n'algum recanto fronteiro Pra escorar o golpe das galopeadas do inverno E vento bravo que assovia das bibocas A quincha grossa de santa-fé e estraladeira Será trincheira pra um teatino e uma chinoca E quando o sol brilhar mais cedo e mais forte E a primavera alvorotar o meu rincão Serei mais taura em domas e gineteadas Das campereadas erguerei poeira do chão E a flor mais linda que florescer será ela Frente ao galpão no clarão de um riso largo Pra me dar um beijo quando eu voltar estropiado Pedindo agrado de carinho e mate amargo
Mais de Pátria Sulina

Outros álbuns

Capa do álbum Campanha
CD · 2008

Campanha

Pátria Sulina

Capa do álbum Com a Força Livre do Sul
CD · 2006

Com a Força Livre do Sul

Pátria Sulina

Publicidade