Letra de Tempo ao Tempo - Daniel Silva
Disco A
01
Alma de Campeirismo
02
Rancho Tapera
03
No Trono dos Meus Arreios
04
Seiva da Comunhão
05
De Estâncias Galponeiras
06
Do Que Deixei
07
Marca Serrana
08
Velha Mangueira
09
Bugio Serrano
10
Com a Luz da Estrela-d'alva
11
Domingo de Carreirada
12
Tempo ao Tempo
13
Festança na Capela
14
Orgulho Serrano
Tempo ao Tempo
(Letra: Iradi Chaves | Música: Reginaldo Farber)
Abri as cancelas da alma, me inspirei na noite calma, entrei na roda do tempo
A sinfonia campeira abrindo a porteira das cortinas do pensamento
Pra descobrir o passado, mistérios guardados, viajei nas crinas do vento
Nas cordas do violão, no bater do coração se fez o milongamento
O tempo gira pelos caminhos, entre pergaminhos da nossa história
Na essência de cada um, mesmo o homem comum moldurou a memória
Os costumes deste lugar, a herança a herdar no ciclo da trajetória
A tradição que nos ensina onde o ideal predomina as conquistas de cada vitória
O tempo vem de um regalo que às vezes nos leva num pealo
Que pode deixar marcas pra vida inteira
Então, valorizo o meu tempo percebendo os sentimentos
Que no lado esquerdo eu guardo, sou andejo igual minuano
Nas coxilhas, flutuando, é que me sinto um monarca
O tempo não vai e não vem porque está mais além de nossos ancestrais
Por isso se gasta a vida recomeçando pelos ideais
No abrir-se de uma janela isto se revela, se iguala aos iguais
A alma é rastro de sol e a lua são verdades entre os pontos cardeais
O tempo é companheiro a recitar poesias
Pelas entranhas do pago, invernos e primaveras
Se completa a cada esfera, o horizonte é o coração
As estações já perdidas na imensidão
Abri as cancelas da alma, me inspirei na noite calma, entrei na roda do tempo
A sinfonia campeira abrindo a porteira das cortinas do pensamento
Pra descobrir o passado, mistérios guardados, viajei nas crinas do vento
Nas cordas do violão, no bater do coração se fez o milongamento
O tempo gira pelos caminhos, entre pergaminhos da nossa história
Na essência de cada um, mesmo o homem comum moldurou a memória
Os costumes deste lugar, a herança a herdar no ciclo da trajetória
A tradição que nos ensina onde o ideal predomina as conquistas de cada vitória
O tempo vem de um regalo que às vezes nos leva num pealo
Que pode deixar marcas pra vida inteira
Então, valorizo o meu tempo percebendo os sentimentos
Que no lado esquerdo eu guardo, sou andejo igual minuano
Nas coxilhas, flutuando, é que me sinto um monarca
O tempo não vai e não vem porque está mais além de nossos ancestrais
Por isso se gasta a vida recomeçando pelos ideais
No abrir-se de uma janela isto se revela, se iguala aos iguais
A alma é rastro de sol e a lua são verdades entre os pontos cardeais
O tempo é companheiro a recitar poesias
Pelas entranhas do pago, invernos e primaveras
Se completa a cada esfera, o horizonte é o coração
As estações já perdidas na imensidão