Letra de Com a Luz da Estrela-d'alva - Daniel Silva
Disco A
01
Alma de Campeirismo
02
Rancho Tapera
03
No Trono dos Meus Arreios
04
Seiva da Comunhão
05
De Estâncias Galponeiras
06
Do Que Deixei
07
Marca Serrana
08
Velha Mangueira
09
Bugio Serrano
10
Com a Luz da Estrela-d'alva
11
Domingo de Carreirada
12
Tempo ao Tempo
13
Festança na Capela
14
Orgulho Serrano
Com a Luz da Estrela-d'alva
(Letra: Iradi Chaves e Jones Andrei Vieira | Música: Jones Andrei Vieira)
Fermino fazia a ponta da tropa que se estendia pra os rumos de Campo Belo
Chapéu de Panamá, nos ombros o bichará que cobria o parabelo
De bota sanfonada o tirador e uma prateada e guaiaca com dinheiro
Lenço branco no pescoço, as espora era' um colosso no velho estilo campeiro
Trazia tropa de mula comprada lá na fronteira até o pinheiro marcado
Engordava bem a mulada pra depois seguir um rastro pra os rumos do Contestado
Na Lapa ferravam a tropa e reforçavam a paçoca pra depois seguir em frente
Mula, cargueiro e bruaca enfrentando a lida bruta até chegar em Prudente
E quando o sol vai se escondendo já se prepara a pousada
O madrinheiro encosta a tropa, na bruaca tem paçoca e charque pro carreteiro
E numa cama de pelego com a luz da estrela-d'alva
Embalando sonhos, repontando na estrada, o velho Fermino tropeiro
Chegando lá em Prudente contava a encomenda e entregava a tropa inteira
Abastecia as bruacas sem esquecer a cachaça que na volta é companheira
Com empreitada bem feita e dinheiro na guaiaca segue o lume da boieira
Lá vem Fermino tropeiro com suas mulas e cargueiro acenando na porteira
Já tão grande o piazedo, o tempo passa e não para pra quem reponta estrada
Vai-se ano e mais ano, Fermino se fez biriva com suas mulas tropeando
Com a luz da estrela-d'alva tropeou sonhos e rondas, carinhos da prenda amada
E vai-se ano e mais ano, Fermino se fez biriva com suas mulas tropeando
E quando o sol vai se escondendo já se prepara a pousada...
Fermino fazia a ponta da tropa que se estendia pra os rumos de Campo Belo
Chapéu de Panamá, nos ombros o bichará que cobria o parabelo
De bota sanfonada o tirador e uma prateada e guaiaca com dinheiro
Lenço branco no pescoço, as espora era' um colosso no velho estilo campeiro
Trazia tropa de mula comprada lá na fronteira até o pinheiro marcado
Engordava bem a mulada pra depois seguir um rastro pra os rumos do Contestado
Na Lapa ferravam a tropa e reforçavam a paçoca pra depois seguir em frente
Mula, cargueiro e bruaca enfrentando a lida bruta até chegar em Prudente
E quando o sol vai se escondendo já se prepara a pousada
O madrinheiro encosta a tropa, na bruaca tem paçoca e charque pro carreteiro
E numa cama de pelego com a luz da estrela-d'alva
Embalando sonhos, repontando na estrada, o velho Fermino tropeiro
Chegando lá em Prudente contava a encomenda e entregava a tropa inteira
Abastecia as bruacas sem esquecer a cachaça que na volta é companheira
Com empreitada bem feita e dinheiro na guaiaca segue o lume da boieira
Lá vem Fermino tropeiro com suas mulas e cargueiro acenando na porteira
Já tão grande o piazedo, o tempo passa e não para pra quem reponta estrada
Vai-se ano e mais ano, Fermino se fez biriva com suas mulas tropeando
Com a luz da estrela-d'alva tropeou sonhos e rondas, carinhos da prenda amada
E vai-se ano e mais ano, Fermino se fez biriva com suas mulas tropeando
E quando o sol vai se escondendo já se prepara a pousada...