Letra de Seiva da Comunhão - Daniel Silva
Disco A
01
Alma de Campeirismo
02
Rancho Tapera
03
No Trono dos Meus Arreios
04
Seiva da Comunhão
05
De Estâncias Galponeiras
06
Do Que Deixei
07
Marca Serrana
08
Velha Mangueira
09
Bugio Serrano
10
Com a Luz da Estrela-d'alva
11
Domingo de Carreirada
12
Tempo ao Tempo
13
Festança na Capela
14
Orgulho Serrano
Seiva da Comunhão
(Letra: Iradi Chaves e Daniel Silva | Música: Daniel Silva)
Chegue, parceiro, não precisa oh de casa
A cambona tá na brasa e a água já tá chiando
Boleia a perna e me conta as novidades
Desta vida da cidade que há tempos está morando
Pois não é fácil a vida de um peão de estância
Que ainda sofrena ânsias que não se perdem com o tempo
A lida é braba e não "fróxa" quem tem tutano
Segue um taura soberano vivendo nesta querência
Bebe o apojo deste mate já lavado
Recordando o passado, atravessando gerações
Jeito sulino de dar um quebra-costela
E tirar o pó da goela na seiva da comunhão
Olho lá fora, sopra forte o minuano
E nós seguimos proseando neste mate a preceito
Na prateleira tem uma pura preparada
Com cravo e noz moscada pra gente aquecer o peito
Pois é mateando que a conversa fica em dia
A cambona se esvazia aumentando a amizade
Velho costume que atravessa gerações
Aquecendo corações, prova de hospitalidade
Bebe o apojo deste mate já lavado...
Chegue, parceiro, não precisa oh de casa
A cambona tá na brasa e a água já tá chiando
Boleia a perna e me conta as novidades
Desta vida da cidade que há tempos está morando
Pois não é fácil a vida de um peão de estância
Que ainda sofrena ânsias que não se perdem com o tempo
A lida é braba e não "fróxa" quem tem tutano
Segue um taura soberano vivendo nesta querência
Bebe o apojo deste mate já lavado
Recordando o passado, atravessando gerações
Jeito sulino de dar um quebra-costela
E tirar o pó da goela na seiva da comunhão
Olho lá fora, sopra forte o minuano
E nós seguimos proseando neste mate a preceito
Na prateleira tem uma pura preparada
Com cravo e noz moscada pra gente aquecer o peito
Pois é mateando que a conversa fica em dia
A cambona se esvazia aumentando a amizade
Velho costume que atravessa gerações
Aquecendo corações, prova de hospitalidade
Bebe o apojo deste mate já lavado...