Letra de Saudade - Paullo Costa
Disco A
01
Mariquita
02
De Quem Mete o Cavalo
03
Chasque Saudade
04
Dos Que Vivem à Margem
05
De Um Retorno
06
Pegando Junto
07
Por Que Pilchar-se aos Domingos
08
Um Mate Pra Jean Vicente
09
Funeral das Reses
09
Funeral das Reses
10
Depois Que o Campeiro Se Foi
11
Milonguita dos Cavalos
12
Saudade
13
Da Vida Que os Olhos Contam
14
Do Senhor das Califórnias
15
Charlando de Pai Pra Filho
Saudade
(Marcus Vígolo/Paullo Costa)
Quando a saudade se chega, vem dando oh de casa
Batendo na porta do seu coração
O peito velho se estufa, se estriva nas mágoas
Matando a sede de uma paixão
A solidão da campanha tem coisas
Que a gente não sabe explicar
Grita bem alto e se nega, tentando dar coice
E querendo que a vida nos mostre o lugar
O mate verdeia a gosto prateando a boieira
Galopa no peito de um índio torena
Galopa no peito de um índio torena
Ah, se eu pudesse agora encilhar o flete
Pegar a estrada e buscar a morena
Galpão foi feito pra dois, meu galpão foi feito pra dois
Com plano ao terceiro, querência de andejo
Meus sonhos vertem primeiro
Quando a saudade se chega, vem dando oh de casa
Batendo na porta do seu coração
O peito velho se estufa, se estriva nas mágoas
Matando a sede de uma paixão
A solidão da campanha tem coisas
Que a gente não sabe explicar
Grita bem alto e se nega, tentando dar coice
E querendo que a vida nos mostre o lugar
O mate verdeia a gosto prateando a boieira
Galopa no peito de um índio torena
Galopa no peito de um índio torena
Ah, se eu pudesse agora encilhar o flete
Pegar a estrada e buscar a morena
Galpão foi feito pra dois, meu galpão foi feito pra dois
Com plano ao terceiro, querência de andejo
Meus sonhos vertem primeiro