Letra de Milonguita dos Cavalos - Paullo Costa
Disco A
01
Mariquita
02
De Quem Mete o Cavalo
03
Chasque Saudade
04
Dos Que Vivem à Margem
05
De Um Retorno
06
Pegando Junto
07
Por Que Pilchar-se aos Domingos
08
Um Mate Pra Jean Vicente
09
Funeral das Reses
09
Funeral das Reses
10
Depois Que o Campeiro Se Foi
11
Milonguita dos Cavalos
12
Saudade
13
Da Vida Que os Olhos Contam
14
Do Senhor das Califórnias
15
Charlando de Pai Pra Filho
Milonguita dos Cavalos
(Thunão Pereira/Paullo Costa)
Milonguita dos cavalos que eu canto pra gauchada
Milonga da cavalhada, cabulosa e retovada
Já cantei tantas milongas que até já perdi a conta
Mas esta é mui especial, pois é a milonga das monta'
Com relincho nos acordes, ranger de basto e carona
Milonga flor de gaúcha, fandangueira e gaviona
É milonga dos cavalos, parceira das campereadas
De toda a lida campeira, da vida com a potrada
Ah, milonguita matreira, ah, milonguita matreira
De pechar boi na invernada, crioula lá da fronteira
Paisana, venta rasgada, ah, milonguita matreira
Bate cascos no meu canto na invernada dos galpões
Paleteando o telurismo no rodeio das canções
É louca, é bela, é faceira de se dançar se atirando
Como se fosse uma potra pelo campo corcoveando
Que no palanque da gaita se inquieta e se empina
Me convidando pro enleio bem grudadito nas crina
Com relincho nos acordes, ranger de basto e carona
Milonga flor de gaúcha, fandangueira e gaviona
Ah, milonguita matreira, ah, milonguita matreira...
Milonguita dos cavalos que eu canto pra gauchada
Milonga da cavalhada, cabulosa e retovada
Já cantei tantas milongas que até já perdi a conta
Mas esta é mui especial, pois é a milonga das monta'
Com relincho nos acordes, ranger de basto e carona
Milonga flor de gaúcha, fandangueira e gaviona
É milonga dos cavalos, parceira das campereadas
De toda a lida campeira, da vida com a potrada
Ah, milonguita matreira, ah, milonguita matreira
De pechar boi na invernada, crioula lá da fronteira
Paisana, venta rasgada, ah, milonguita matreira
Bate cascos no meu canto na invernada dos galpões
Paleteando o telurismo no rodeio das canções
É louca, é bela, é faceira de se dançar se atirando
Como se fosse uma potra pelo campo corcoveando
Que no palanque da gaita se inquieta e se empina
Me convidando pro enleio bem grudadito nas crina
Com relincho nos acordes, ranger de basto e carona
Milonga flor de gaúcha, fandangueira e gaviona
Ah, milonguita matreira, ah, milonguita matreira...