Letra de Um Mate Pra Jean Vicente - Paullo Costa
Disco A
01
Mariquita
02
De Quem Mete o Cavalo
03
Chasque Saudade
04
Dos Que Vivem à Margem
05
De Um Retorno
06
Pegando Junto
07
Por Que Pilchar-se aos Domingos
08
Um Mate Pra Jean Vicente
09
Funeral das Reses
09
Funeral das Reses
10
Depois Que o Campeiro Se Foi
11
Milonguita dos Cavalos
12
Saudade
13
Da Vida Que os Olhos Contam
14
Do Senhor das Califórnias
15
Charlando de Pai Pra Filho
Um Mate Pra Jean Vicente
(Olavo Loreto/Paullo Costa)
Quando te apeias, Jean Vicente, neste pago
O meu afago te dou num verso campeiro
E te saúdo num mate de boas-vindas
Costume ainda que conserva o missioneiro
Fico feliz que te apresentes pra peleia
A lida é feia, mas não nascemos de susto
Que não te faltem coração, fibra e coragem
Melhor bagagem pra fazer-te um homem justo
E bota tino no que te falo, guri
Pois por aqui vais encontrar muito veneno
Mas o que importa é que jamais percas o rumo
Mantendo o prumo pra fazer um mundo bueno
Temos valores que sustentam a querência
E alguma ciência mesclada com tradição
Legado xucro ao qual o tempo não entangue
E vem no sangue a cada nova geração
Quero que tenhas orgulho do teu passado
Do ser forjado onde sopra o minuano
Cria dos campos deste sul do sul do mundo
No mais profundo sentimento americano
Mas quero mesmo é que te inspires na jornada
Fazendo estrada com teu livre caminhar
E que ilumines o futuro de tua gente
Que segue em frente, pois não sabe se entregar
E bota tino no que te falo, guri...
Quando te apeias, Jean Vicente, neste pago
O meu afago te dou num verso campeiro
E te saúdo num mate de boas-vindas
Costume ainda que conserva o missioneiro
Fico feliz que te apresentes pra peleia
A lida é feia, mas não nascemos de susto
Que não te faltem coração, fibra e coragem
Melhor bagagem pra fazer-te um homem justo
E bota tino no que te falo, guri
Pois por aqui vais encontrar muito veneno
Mas o que importa é que jamais percas o rumo
Mantendo o prumo pra fazer um mundo bueno
Temos valores que sustentam a querência
E alguma ciência mesclada com tradição
Legado xucro ao qual o tempo não entangue
E vem no sangue a cada nova geração
Quero que tenhas orgulho do teu passado
Do ser forjado onde sopra o minuano
Cria dos campos deste sul do sul do mundo
No mais profundo sentimento americano
Mas quero mesmo é que te inspires na jornada
Fazendo estrada com teu livre caminhar
E que ilumines o futuro de tua gente
Que segue em frente, pois não sabe se entregar
E bota tino no que te falo, guri...